|

 |
|
Pessoa, Singular e Plural
|
 |
essoa,
Singular e Plural” é um livro que fala das experiências de um candeeiro de
bois que veio do interior de Minas Gerais para Belo Horizonte, ingressou
em um grande grupo empresarial como servente e saiu como superintendente.
O autor, Carlos Pessoa, fala
do trabalho e de questões que o envolvem de forma bem-humorada.
O lançamento acontecerá no
dia 18 de outubro deste ano, às 19h, no Minas Tênis Clube II, que fica na
Av. Bandeirantes, 2.323 – Mangabeiras - BH. Vale a pena conferir!
Mais informações: (31)
3227-5797.
|

|
|
 |
|

|
E sua mãe também
vida tem suas maneiras de nos ensinar. A vida tem suas maneiras de nos
confundir. A vida tem suas maneiras de nos transformar. A vida tem suas
maneiras de nos deixar atônitos. A vida tem suas maneiras de nos machucar.
A vida tem suas maneiras de nos curar. A vida tem suas maneiras de nos
inspirar”. Essa é a chamada do filme “E sua mãe também” (2001, Alfonso
Cuarón, México/USA), abordado na última sessão do projeto “Filme e
Filosofia”, que aconteceu em 1º de outubro de 2005, em continuidade à
reflexão sobre as estações da vida.
O filme aborda o rito de
passagem da adolescência para a fase adulta, tratando esse amadurecimento
da mesma forma realista com que exibe a vida no México: sem afetações
dramáticas, com o impacto próprio das grandes mudanças e dos grandes
retratos. Julio e Tenoch são dois adolescentes de 17 anos que, durante uma
tarde festiva com suas famílias, propõem a Luisa, uma espanhola 11 anos
mais velha, para acompanhá-los numa viagem de carro a uma praia chamada
Boca del Cielo. O que ela não sabe é que os meninos não têm certeza da
existência do lugar. Os três seguem a viagem rumo ao desconhecido, em que
a inocência, a sexualidade e a amizade colidem e a fase adulta espera por
vir.
O projeto “Filme e
filosofia” recebe o apoio da ABRH-MG. Se você é nosso associado, entre em
contato conosco e garanta seu convite gratuitamente.
Próximos filmes:
5 de
novembro – “Casablanca” (1942, Michael Curtiz, USA)
3 de
dezembro – “Ensina-me a viver” (1971, Hal Ashby, USA)
Local: Associação Médica - Auditório Oromar Moreira - Av. João
Pinheiro, 161- 3º andar – Centro – Belo Horizonte / MG
Horário: 15 h - exibição do filme
17 h - comentário
Mais informações pelo
e-mail
abrhmg@task.com.br ou pelo telefone (31)
3227-5797. |
 |

|
O “Sentir” e o “Agir”
spiritualidade
e competência nos negócios. Esses foram os temas das palestras simultâneas
de Ricardo Melo e Dayse Gomes, ministradas no X Congresso Mineiro de
Recursos Humanos, que aconteceu nos dias 1º e 2 de junho deste ano,
promovido pela ABRH-MG.
O Sentir
Ricardo Melo, consultor
esportivo e de desenvolvimento humano, coaching e master-trainer
em Programação Neurolinguística pelo Instituto de Sadhana (Espanha), autor
de quatro livros e colunista da revista “Você S/A – Internet”, falou aos
participantes, no segundo dia do evento, sobre o tema “O Sentir –
Espiritualidade nos negócios”. Para iniciar, Melo diferenciou
espiritualidade de religião e religiosidade:
:: Espiritualidade:
Essência. De acordo com Dalai Lama, “é tudo aquilo que nos faz ser humanos
melhores”, ou seja, são as experiências que ampliam nossas potencialidades
e fazem com que transcendamos nossos limites.
:: Religião: Instituição com
dogmas, que apresenta caminhos para se chegar a Deus e que faz a ligação
do homem com Deus.
:: Religiosidade: Nossa
experiência com o sagrado, independentemente de se ter ou não religião.
Após essa explicação, Melo
abordou a espiritualidade nos negócios, que faz com que busquemos
encontrar sentido no que fazemos e querermos sempre produzir mais e
melhor. E questionou: “O trabalho é um meio ou um fim em si mesmo?”
O palestrante respondeu que
sempre devemos questionar o que realmente faz sentido no contexto
empresarial e buscar o novo, deixando de lado o medo do que não podemos
controlar. “Só conseguimos obter a espiritualidade nos negócios quando
possuímos uma equipe que luta pelo mesmo ideal”, concluiu.
O Agir
“Case de sucesso CVRD:
competências para Valer”. Esse foi o assunto abordado por Dayse Gomes no X
Congresso Mineiro de Recursos Humanos.

Dayse começou explicando
sobre o Ciclo Integrado de Gestão de Pessoas, que foi uma ferramenta
desenvolvida pela Companhia Vale do Rio Doce com o objetivo de investir em
mão-de-obra qualificada, através de parcerias com universidades, entre
outros. Para esse trabalho, a Vale mapeia as áreas de conhecimento de seus
profissionais e, posteriormente, traça um plano de desenvolvimento da
empresa a partir de planos traçados individualmente pelos empregados e
pelas áreas em que atuam. Depois da avaliação de desempenho e
competências, são traçados os planos de carreira dentro das necessidades
da organização. “A Vale tem a preocupação de formar profissionais
pensantes, que vão agregar valor à empresa, e não apenas técnicos. Para
tanto, a Vale investe em escolas, escolas de formação profissional e
faculdade. A Vale acredita nas pessoas”, explicou Dayse.
Crédito das Fotos: Demerval
Filho
|

|
|
A viagem heróica da mulher no ambiente organizacional

itos
e histórias para transportar a mulher a um mundo onde ela consiga se
compreender em seu universo feminino e perceber que, apesar das exigências
do mundo moderno, ela pode exercer a feminilidade a seu favor. Esse foi o
tema da palestra de Marisa Sanabria Teijeira, psicóloga, mestra em
Filosofia pela UFMG, Analista Institucional, especialista em Técnicas de
Grupo, membro da Academia Feminina Mineira de Letras e diretora do Centro
Cultural Brasil-Espanha, que abriu o evento “A viagem heróica da mulher no
ambiente organizacional”, realizado no dia 28 de setembro deste ano pela
ABRH-MG, no Minas Tênis Clube II.

Marisa abordou a
metáfora do guerreiro heróico triunfador, que avança sozinho para
conquistar o castelo e a princesa adormecida versus a metáfora da
guerreira feminina, que luta coletivamente com o objetivo de se salvar
juntamente com a prole e com a aldeia, e nunca sozinha. Através desse
mote, ela traçou as características dos mitos femininos e masculinos ao
longo da história para mostrar o papel de cada um em cada sociedade. Em
grande parte, a mulher é frágil e o homem é forte; a mulher é da
coletividade e o homem é individualista; a mulher é reprimida e o homem é
repressor. “A tragédia é que a mulher moderna incorporou o arquétipo
masculino de forma insuportável, que faz com ela adoeça, fique deprimida,
entre outros males contemporâneos”, explicou.
Para Marisa,
essa incorporação do arquétipo masculino fez com que a mulher passasse a
exercer o feminino de forma violenta, de fora para dentro, através do
olhar do outro. “O feminino precisa ser resgatado para que a mulher se
reconheça e para que o homem a reconheça.”
Após a
explanação da primeira palestrante, os participantes foram convidados a
participar de uma dinâmica. Para tanto, todos receberam colares havaianos,
fizeram um círculo e dançaram ao som de músicas árabes para se soltar.
Além
da palestra de Marisa, os participantes também puderam ouvir Maria das
Graças Pinho Tavares, antropóloga, consultora e professora da
Pós-graduação da PUC Minas e da Fundação Dom Cabral, que abordou o
feminino no âmbito profissional.
Primeiramente, Maria das
Graças apresentou as exigências que os profissionais da atualidade
enfrentam para se manter no mercado: multiqualificação, polivalência,
autonomia, envolvimento, produtividade, comunicação, responsabilidade,
cooperação, proatividade e participação. “Nesse contexto, as mulheres são
campeãs de adaptabilidade. Elas são capazes de fazer várias tarefas ao
mesmo tempo”, disse.
Legenda da Foto 1:
Marisa Sanabria Teijeira abordou mitos e histórias para falar sobre o
papel da mulher ao longo dos tempos.
Legenda Foto 2: As
palestrantes e os participantes na dinâmica realizada durante o
evento.
Legenda Foto 3: Maria
das Graças Pinho Tavares falou sobre as questões que permeiam a mulher no
ambiente de trabalho.
Crédito das Fotos:
Fernanda Maciel
|

Cultura e Cidadania
ontribuir
para o desenvolvimento social e a melhoria da qualidade de vida da
população do Vale do Aço (MG), através da ampliação do acesso à produção
cultural e do incentivo à sua realização. Esse é o objetivo principal do
“Programa Cultura & Cidadania”, desenvolvido pela Fundação Acesita, um dos
ganhadores do Prêmio Ser Humano 2004 na categoria Responsabilidade Social
Corporativa.
Criado
em 1995, o projeto visa proporcionar o acesso da população do Vale do Aço
a todo o tipo de manifestação cultural, mantendo um programa permanente de
atividades culturais tanto com artistas de projeção nacional quanto da
região. O motivador de sua criação foi a crença de que a cultura é um
instrumento para a construção de identidade, que liberta o ser humano e o
torna agente transformador de sua realidade social. Além disso, até aquele
ano, não existia na cidade de Timóteo, onde está instalada uma usina
siderúrgica da Acesita, uma entidade voltada para fomentar a cultura local
e possibilitar o acesso da comunidade a manifestações culturais. Diante
disso, a Acesita criou o Centro Cultural da Fundação Acesita.
Centro Cultural da
Fundação Acesita
O Centro Cultural visa a
promoção do desenvolvimento cultural da comunidade do Vale do Aço de forma
abrangente e gradativa, por meio de ações interativas entre instituições,
empresas, entidades afins e a comunidade e, através do “Programa Cultura &
Cidadania”, vem desenvolvendo suas ações culturais.
Direcionado a estudantes de escolas públicas, professores, aposentados,
artistas e demais pessoas da comunidade, o “Programa Cultura & Cidadania”
desenvolve dez projetos e oferece várias atividades ligadas a teatro,
música, dança, vídeo, exposições de arte e de resgate histórico, cursos,
oficinas, lançamentos de livros, além de permitir acesso ao Museu Acesita
instalado na sede da própria Fundação. O projeto mantém, ainda, dois
corais: um formado por adultos da comunidade e outro por filhos de
empregados da empresa, num total de 58 coralistas. No mês de dezembro, é
realizada a Cantata de Natal com os dois corais, num evento com entrada
franca que atrai, a cada ano, cerca de 30 mil pessoas e já se tornou
tradição no Vale do Aço. Todos os eventos realizados no Centro Cultural
são levados ao público gratuitamente ou cobra-se um pequeno valor que
cubra cerca de 40% dos custos com as promoções. As realizações culturais
são exemplos de estímulo à produção local, formando artistas, agentes
culturais e espectadores.
Durante esses anos de
atuação, mais de 400 mil pessoas já foram beneficiadas pelo programa,
tendo sido realizados 392 espetáculos teatrais, 177 ligados a música, 386
exibições de vídeo, 88 exposições, 61 eventos especiais, 86 cursos e
oficinas, nove lançamentos de livros e cerca de 50 mil visitas ao Museu
Acesita.
Crédito da Foto:
Arquivo ABRH-MG
Legenda da Fotos: Glória
Meireles e Dayse Carnaval, presidente e diretora da ABRH-MG,
respectivamente, com membros da equipe da Acesita, na entrega do Prêmio
Ser Humano 2004.
|

Isvor Fiat do Brasil
Isvor Fiat do Brasil é o segmento brasileiro do Isvor Fiat, Instituto para
o Desenvolvimento Organizacional do Grupo Fiat, que disponibiliza para o
mercado o seu know-how adquirido em mais de 30 anos de atuação no
mercado internacional. No Brasil desde 1995, o Isvor vem prestando
serviços de consultoria e treinamento voltados para processos e pessoas em
empresas que estejam buscando melhorar os seus resultados, com atuação em
quatro grandes áreas de competência:

:: Sistema Integrado de RH;
:: Soluções Organizacionais;
:: Marketing, Vendas e
Pós-Vendas;
:: Tecnologia Automotiva.
A filosofia de trabalho do
Isvor é voltada a desenvolver parcerias duradouras com seus clientes,
construindo, juntos, soluções para aumentar a sua competitividade,
considerando sua cultura e contexto atual.
O Isvor Fiat do
Brasil desenvolveu trabalhos em organizações de diversos portes e setores
econômicos, tais como:
Banco Fiat, BDMG, Cabelettra,
Case New Holland, Comau Service, Conselho Regional de Contabilidade de MG,
DaimlerCrysler, Delphi Automotive Systems do Brasil, Denso do Brasil, Esso,
Esab, Fiat Automóveis, Fiat Finanças, Gesco, Ibiritermo, Iveco, Lear
Corporation, Localiza, Magnetti Marelli, NET Brasil, Petrobrás, Peugeot
Citroën (PSA), Rede de Concessionárias Fiat e CNH, Stola do Brasil,
Sindirepa, Teksid do Brasil, TIM, TNT Logistics, entre outros.
O Isvor possui estrutura
própria e consultores associados nas principais capitais brasileiras, com
atuação em todo o território nacional e América Latina.
Principais produtos e
serviços
:: Sistema Integrado de RH
Soluções para o alinhamento
dos processos de gestão de pessoas às estratégias organizacionais,
promovendo as mudanças comportamentais, gerenciais e de competências
necessárias à sustentação do negócio.
- Desenvolvimento de
Políticas para Gestão de Pessoas
- Assessoria em Gestão de
Pessoas
- Desenvolvimento Gerencial
- Gestão de Competências
- Gestão do Desempenho
- Satisfação das Pessoas
- Coaching
- Sistemas de Remuneração
Fixa, por Competências e Variável
- Workshops e
Treinamentos Comportamentais
- Outdoor Training
- Treinamentos Técnicos
Específicos
- Assessment Center
- Cursos e Consultoria em
E-Learning
:: Soluções Organizacionais
Inovações em arquiteturas
organizacionais e seus processos, adequando-os às estratégias empresariais
com ganhos de produtividade.
- Diagnóstico Organizacional
- Arquitetura Organizacional
- Otimização de Processos
Administrativos
- Otimização de Processos
Industriais
- Sistemas de Gestão e
Metodologias da Qualidade
- Workshop de Redução
de Custos e Aumento de Receita
:: Marketing, Vendas e Pós-Vendas
Soluções para o
desenvolvimento e consolidação de uma cultura organizacional voltada para
o cliente, tendo como processo central o desenvolvimento de competências
para o aumento da eficácia dos processos comerciais.
- Assessoria em Marketing
- Treinamento em Vendas
- Treinamento em Pós-Vendas
- Padrões de Atendimento
- Treinamento para
Lançamento de Novos Produtos
:: Tecnologia Automotiva
Know-how e
experiência consolidada em consultoria e treinamentos voltados para
automóveis, veículos comerciais leves e pesados, máquinas de movimentação
de terra e de construção civil pesada, desenvolvidos de acordo com as
necessidades de cada cliente.
- Mecânica Automotiva
- Eletroeletrônica
Automotiva
- Carroceria
- Processos Produtivos
Industriais
Isvor Fiat do Brasil
Rua Anastácio Franco do
Amaral, S/N – Betim – MG – Cep: 32.553-150
Tel. (31) 3593.2289 /
www.isvor.com.br /
isvor@isvor.com.br
|


onheça,
no “Quem é quem” deste mês, o perfil de Bárbara Cristina da Cunha,
Analista de Recursos Humanos da Fundação Mário Penna, associada à ABRH-MG
desde agosto deste ano.
Formação
Bárbara formou-se em
psicologia pelo Centro Universitário Newton Paiva, onde concluiu a
pós-graduação em Gestão Estratégica em Recursos Humanos. Para aprimorar
seus conhecimentos, participa constantemente de cursos de aperfeiçoamento
em técnicas de recrutamento, seleção e treinamento, como grafologia,
indicadores e oratória. Essa formação vem auxiliá-la no trabalho que
desenvolve atualmente na Fundação Mário Penna. “Estou assumindo a área de
treinamento da empresa, onde realizo desde o LNT (Levantamento de
Necessidades de Treinamentos), até a montagem do plano anual, a execução
em sala de aula e os controles de indicadores da área”, afirma.
Atuação
Desde 2001, Bárbara atua na
área de Recursos Humanos. A primeira empresa onde trabalhou foi uma rede
de supermercados, sendo responsável pelo RH em três cidades do interior.
Segundo ela, essa foi uma experiência muito rica, pois além de
recrutamento e seleção, realizava trabalhos junto aos gerentes das lojas,
buscando a redução de índices como turn-over e hora-extra, bem como
o aumento da satisfação dos funcionários, através de projetos
motivacionais.
Na Fundação Mário Penna,
instituição hospitalar filantrópica, Bárbara trabalha desde 2003, tendo
sido por dois anos responsável pela área de recrutamento e seleção, o que
lhe proporcionou poder participar da estruturação do setor, otimizando as
práticas realizadas. Essa estruturação é um dos trabalhos que Bárbara
destaca em sua atuação. Por meio da aplicação de uma metodologia da
qualidade, buscou-se o levantamento das rupturas atuais e propôs-se um
redesenho com a inclusão das soluções para determinadas rupturas. Bárbara
considera que esse foi um trabalho extenso e muito interessante, pois os
processos tornaram-se mais ajustados, servindo de referência para outros
setores. “Tenho vivido uma fase de amadurecimento profissional na Fundação
Mário Penna. Como a empresa está passando por uma fase de implantação da
‘Acreditação Hospitalar’, um certificado de qualidade da área da saúde,
acredito que a área de treinamento ganhará cada vez mais espaço e
reconhecimento”, considera.
Atualmente, Bárbara também
realiza trabalhos de consultoria em recrutamento e seleção para uma
empresa siderúrgica.
Ser filiada da ABRH-MG
Quando estava na faculdade,
Bárbara soube, por meio de alguns professores, a respeito da atuação da
ABRH-MG, mas somente neste ano teve oportunidade de conhecer melhor a
entidade e acabou se tornando uma filiada. “Achei interessante os
benefícios oferecidos, como participação em encontros, cursos, palestras,
projetos, assinatura de revista, e, principalmente, a possibilidade de
trocar informações e experiências com outros profissionais da área”,
destaca.
Crédito da Foto: Arquivo
pessoal
|

|