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| Informativo mensal - Novembro de 2008 | ||
| Uma fonte mensal de idéias divulgadas entre os seus colegas de trabalho. | ||
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Segundo Marcelo Santos, gerente de arte e cultura da Fundação Arcelor Mittal Brasil, espera-se, por meio da realização do projeto, qualificar a gestão cultural e, por conseguinte, sua decorrência. “Pretende-se um produto artístico de qualidade que, em tese, contemplaria a identidade e a diversidade culturais; o fomento à cadeia produtiva da cultura; a profissionalização do segmento cultural; além da geração de trabalho e renda por meio das atividades de gestão e a sustentabilidade dos projetos culturais, a partir de compartilhamento de mais conhecimento”, explica. O gerente afirma ainda que o público engloba pessoas que, de alguma forma, já trabalham com gestão cultural, como artistas, jornalistas e produtores culturais. Apesar da visibilidade do projeto não ser tão elevada, as empresas patrocinadoras se empenharam ao máximo para fazer com que a iniciativa desse certo. “A educação no Brasil é um passivo. Por mais que a gente capacite, forme, eduque, ainda teremos uma tarefa a fazer. Essa é uma postura de tentar contribuir de alguma forma para a sociedade”, afirma Marcelo Santos. “O nosso entendimento é que uma ação estruturante, no caso, por meio da formação, é que promove essa transformação. Nós poderíamos investir em eventos, por exemplo, mas preferimos fazer uma ação estruturante, que vá fazer uma diferença”, acrescenta. Por se tratar de um curso que detém uma grade curricular diversa, ele fornece de capacitação à humanização nas relações envolvidas no processo de gestão cultural. A oferta do curso não é realizada de maneira regular e, após abertas as inscrições, é feita uma seleção para identificar aqueles que estão em um estágio mais adequado ao conteúdo que será oferecido. “Não faz sentido a gente fazer um curso desse tipo e oferecer para que nunca ouviu falar de cultura ou que não opera nessa área”, explica Marcelo. O gerente ainda acrescenta que parte do recurso destinado ao projeto é público e a contrapartida obrigatória da Lei Estadual, por se tratar de um investimento feito em todos os programas, é feita por meio de recursos financeiros. Num período de seis anos, o projeto já contemplou cidades como Contagem, Sabará, Itabirito e Poços de Caldas através da realização de parcerias com universidades locais, por exemplo. Este ano, o Pensar e Agir acontece em Bom Despacho, Belo Horizonte e Vespasiano. A divulgação acerca do curso sempre ocorre nos períodos de sua promoção e, apesar de não se ter previsão de uma data exata do próximo, Marcelo Santos garante que a Arcelor continuará com o projeto no ano de 2009, expandindo-o para mais cidades. Para mais informações, acesse o site da Arcelor Mittal (http://www.arcelormittal.com/br/)
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Seções ABRH-MG em ação - Curso da Crescimentum e inauguração da nova sala ABRH-MG
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