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| Informativo mensal - Junho de 2007 | ||
| ESPECIAL XI CONGRESSO MINEIRO DE RECURSOS HUMANOS | ||
Seções ABRH-MG em ação - Veja o que foi discutido nas palestras-magnas
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Profissionais debatem a Sustentável Leveza do SeRH Nos dias 15 e 16 de maio de 2007, o Ouro Minas Palace Hotel foi palco do maior evento de RH de Minas Gerais, o XI Congresso Mineiro de Recursos Humanos, promovido a cada dois anos pela ABRH-MG. Com a participação de aproximadamente 350 pessoas, entre profissionais de RH, estudantes e executivos, o evento contou ainda com a ExpoRH-Minas, feira de produtos e serviços que fazem parte da rotina da área de Recursos Humanos. Sr. Roberto Novelli, Assessor da Presidência do Sistema Nacional ABRH fez a abertura oficial do COMRH, juntamente com Glória Meireles. “Atrair e reter os melhores talentos, desenvolver o espírito de equipe, estimular a liderança saudável, promover a responsabilidade social, buscar o equilíbrio entre a carga de trabalho e a qualidade de vida, são desafios que os profissionais de RH têm que enfrentar na globalização. Precisamos realizar a melhor gestão de pessoas e, por isso, cumprimento a ABRH-MG por essa realização”, discursou o Sr. Roberto Novelli. O tema da XI edição do COMRH foi “A Sustentável Leveza do SeRH”, que foi debatido em cinco palestras magnas e oito palestras simultâneas, praticado em quatro oficinas e representado em três apresentações culturais. A temática também motivou a decoração feita com origamis e ikebanas, nos salões Ouro Preto e Centenário, onde aconteceram as palestras. Os expositores da ExpoRH-Minas também souberam encaixar seus produtos e stands ao tema, oferecendo, por exemplo, massagens e frutas frescas aos presentes. “Houve uma diversidade no congresso que possibilitou que o tema fosse atendido em todos os aspectos, de forma equilibrada e harmônica”, comentou Glória Meireles. “Eu digo que o saldo do XI COMRH foi altamente positivo, não apenas financeiramente, como também em ganhos para os associados, congressistas e expositores. A “Sustentável Leveza do SeRH” foi abordada com muita competência pelos palestrantes e pelos profissionais que ministraram as oficinas. O evento trouxe conferencistas de alto nível, muito demandados no cenário nacional, sendo que alguns deles fizeram apresentações inéditas no estado, visto que essa foi a primeira visita a Minas Gerais”, contou a presidente da ABRH-MG. Ariadna Auxiliadora Machado Lage Wallner, profissional de RH da V&M Florestal, empresa localizada em Curvelo, gostou muito do evento. “Com certeza, participar do COMRH acrescentou muito a minha profissão. O desafio do RH é igual para todos e o congresso trabalha bem isso, questões comuns a nós da área de Recursos Humanos”, falou Ariadna. “O COMRH nos levou a uma profunda reflexão de que somos humanos, as pessoas com as quais lidamos são também humanas, com sentimentos, sonhos e anseios a serem respeitados”, concluiu Maria Cristina Moreira, que trabalha com RH na Construtora Pontal, em Brumadinho/MG. Em junho, o RH Mail traz um jornal totalmente dedicado ao XI COMRH, com cobertura completa das palestras, oficinas, ExpoRH-Minas e apresentações culturais. Confira também a galeria de fotos, que está disponível no site www.abrhmg.org.br.
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“Estou te vendo” A cada vez que o palestrante Roberto Crema falava essa frase, as centenas de pessoas que lotaram o auditório Ouro Preto, no Ouro Minas Palace Hotel, respondiam: “Estou aqui”. O cumprimento ensinado pelo psicólogo e antropólogo abriu a palestra magna “A sustentável leveza do ser”. Roberto Crema falou que as três palavras que formam o tema do COMRH, são o cerne da crise global. “Ninguém transforma ninguém e ninguém se transforma sozinho. A gente se transforma no encontro”, iniciou ele que afirmou que sofremos do esquecimento do ser e, ao mesmo tempo que somos o problema, podemos ser a solução. “A crise que vivemos é mais séria que a dos dinossauros, porém, a maior descoberta do século XXI será o ser humano. Falar do potencial humano é um dos exercícios mais importantes. Não há tempo a perder, vamos refletir sobre algumas possibilidades”, convidou Roberto. Nessa reflexão, Roberto Crema falou sobre dois problemas sérios que sofremos: de escuta e “normose”, sendo este uma patologia da normalidade. “Tenho medo de gente normal”, disse ele, que também mostrou outro sintoma da nossa crise: escolas que tornam as pessoas doutores e ignorantes da alma. “A humanidade encontra-se em rota de colisão com a natureza e nós discutindo reeleição. Temos que pensar em longo prazo, como nas sociedades tribais. Se você não investe em talentos, não se torna humano”, afirmou. “Por que nas academias não se fala em Buda e Cristo?”, perguntou e logo respondeu, citando a transdiciplinaridade, teoria com que trabalha na Unipaz. “A transdiciplinaridade propõe o encontro da ciência com a consciência. As mentes mais brilhantes estão propondo isso, desesperadamente. Precisamos estudar a plenitude, precisamos transgredir para viver na sustentável leveza do ser”, explicou. Após refletir sobre a necessidade de experimentar o sagrado como forma de encontrar a leveza, Roberto Crema chamou a atenção dos presentes para um outro problema que enfrentamos: a fragmentação. “Precisamos de uma inteligência transdiciplinar, da inteireza. A inteligência especializada devemos deixar para os computadores”, disse e enfatizou: “se queremos conspirar pela sustentável leveza do ser, temos que perder o medo de morrer, para podermos renascer no momento seguinte. É preciso ousar, fazer a diferença. Estamos em tempo de conspiração por aquilo que temos de mais belo, de mais humano”. Para finalizar, o vice-reitor da Unipaz falou sobre a aliança. A tarefa que temos de aliar matéria e luz, riso e lágrima. “Somos agentes de desenvolvimento humano na medida que somos capazes de sorrir”, concluiu. A reflexão foi válida e os congressistas, saíram do auditório, mais leves e pensativos. “A palestra foi uma oportunidade para nós, que lidamos com gestão de pessoas, entrarmos em contato com o tema do congresso de forma mais humana, mais leve”, falou Loyse Marques, da Unimed de Patos de Minas. Newton César Peluzo Silva, da área de benefícios da Copasa, achou a palestra excelente. “Foi uma discussão muito focada no ser humano, que é a base de tudo: de uma empresa, do mundo, da sustentabilidade. Se não formos leves, cairemos”, falou.
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Vicky Bloch fala sobre o papel do RH em uma época de transição Com experiência de 30 anos na área de RH, Vicky Bloch estava bem a vontade para tratar o tema “Transição e o papel do RH”. Ela iniciou a palestra magna falando sobre a grande mudança na forma de relacionamento entre empresa e empregado que aconteceu nos últimos 20 anos. “Nos anos 1980, a pessoa tinha 80% de chance de trabalhar dentro da CLT, hoje, essa chance caiu para 40%. Tem 20 anos que estamos buscando um novo conjunto de paradigmas de trocas simbólicas entre empregado e empresa”, contou. Uma mudança que pode ser observada, segundo Vicky, é na forma de avaliação do indivíduo. “Antes, avaliava-se a experiência cronológica colocada no currículo, hoje, a moeda é a competência de avaliar, prever e solucionar eventos inéditos que exigem escolhas”, explicou Vicky e completou: “ao invés de boas respostas, no momento da avaliação, esperamos boas perguntas com as quais o indivíduo busca entender o que está acontecendo”. Essa transição na forma de avaliar causa uma mudança na maneira de operar o RH. “Estou vendo organizações que estão mudando o conceito de recrutamento e seleção para atração. Vocês vão se estapear por talentos. É incoerente o investimento que vocês fazem em treinamento e depois não investem na retenção dos talentos”, disse. Vicky definiu talento como a pessoa que gere a própria carreira, tem foco na qualidade de vida, busca um equilíbrio entre dever e lazer, tem a capacidade de transformar, gera um clima agradável ao seu redor e também contribui para a comunidade de alguma forma. Vicky abordou ainda questões como os desafios do contexto atual e os três estágios da gestão de pessoas. Para finalizar, ela explicou que o elo perdido é a solidariedade, o respeito pelo outro. “Se nós, profissionais de RH, fôssemos mais solidários com os outros, seríamos mais coerentes. No meu ponto de vista, ser solidário faz parte da nossa missão”.
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César Souza lança “Você é o líder da sua vida” no XI COMRH Para fechar o primeiro dia do Congresso Mineiro de RH, César Souza fez uma palestra sobre seu novo livro “Você é o líder da sua vida” e depois autografou os exemplares dos congressistas, que puderam adquirir este e outros livros do autor em um stand na entrada no auditório Ouro Preto. César Souza contou que começou a escrever esse livro pensando em se tornar um líder melhor, tanto no seu trabalho quanto na sua família. Ele entrevistou vários tipos de líderes e chegou a algumas conclusões que apresenta em “Você é o líder da sua vida”. “A liderança como conhecemos hoje não tem futuro. O líder diferencial oferece uma causa, algo que transcende a tarefa”, afirmou o autor, que usa como personagens de sua narrativa um casal, pois enfatiza que a liderança não é um atributo apenas masculino, ao contrário do que se encontra nas obras sobre o assunto. Conheça mais sobre o livro no site www.liderdasuavida.com.br
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Uma lição sobre ética Márcia Tiburi abriu o segundo dia do COMRH com a palestra “O que é ética hoje? Entre o ‘dever' e o ‘desejo'”. Ela iniciou com uma reflexão sobre ética desde a Grécia Antiga, para explicar que o que conceitua a ética é o respeito ao outro. “No lugar da competitividade devo trabalhar com a solidariedade”, falou Márcia, que é filósofa, indo de encontro a conclusão que Vicky Bloch, profissional de RH apresentou em sua palestra magna “Transição e o papel do RH”. “Para Immanuel Kant, todos os seres humanos éticos devem olhar para os outros com quem se convive não como um meio, mas sim como um fim”, explicou Márcia Tiburi lembrando que isso é uma dificuldade em um ambiente profissional, onde as pessoas são consideradas e se sentem peças de uma engrenagem, perdendo a noção de que são seres orgânicos. A palestrante convidou os presentes a pensar sobre o futuro. Qual será o nosso futuro? O futuro do nosso planeta? “O que estamos fazendo? A destruição da natureza e da sociedade leva à extinção da nossa vida”, afirmou Márcia. “Estamos acostumados à destruição. Aceitamos a miséria, que está se voltando para nós em forma de violência física”, completou. Para finalizar, Márcia Tiburi falou sobre poder como uma solução. “O poder é o contrário da violência, é a capacidade de criação que nasce da ação conjunta. O poder é a habilidade de estabelecer laços com os outros para o bem comum. Temos que agir com ética”, concluiu. “Ética é um tema muito complexo e reflexivo e, talvez por causa disso, a gente evite pensar tanto quanto deveria. Achei importante a Márcia Tiburi nos obrigar a esse exercício de pensar a questão da ética”, comentou Jorge Maurício de Castro, empresário e professor universitário. Marcos Cangussu, gerente de RH da Roca Brasil também achou interessante a palestra e saiu preocupado. “Ser ético é muito mais que ser honesto e certinho. A ética passa também pela solidariedade. Cheguei a triste conclusão que a ética está em crise”, disse.
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O importante é acreditar nos sonhos Foi essa a mensagem que Tito Rosemberg passou para os congressistas que assistiram à sua palestra “Navegar é preciso”, que encerrou o XI COMRH. “Para mim, esse convite foi como um diploma, que eu não obtive, pois aos 15 anos, parei de estudar e resolvi buscar parâmetros e conhecimentos sobre os quais fui convidado a falar aqui”, começou Tito. “O que se propõe nesse congresso tão claramente é o que eu pensava há 45 anos, tão confusamente”. Com 16 anos, ele trabalhava com artesanato, fazendo pranchas de surf. “Eu achava que se ficava rico trabalhando com o que se gosta, se não de dinheiro, de prazer”. Depois, virou fotógrafo e trabalhou na extinta revista Manchete. “Descobri que precisava viver, fui navegando, fui vivendo”, disse ele que contou episódios interessantes e curiosos da sua vida nada convencional. “Sempre tive a capacidade de sonhar. Meu pai era um visionário e me ensinou a sonhar grande. Sonhei em conhecer o mundo e assim fiz”, contou ele que já esteve em 89 países, em cinco continentes. “Como fotógrafo, resolvi partir em busca do paraíso”, explicou, colocando centenas de fotos que fez em sua vida para passar nos telões, enquanto falava. “O bom não é viver no sucesso, é conquistá-lo devargazinho”, ensinou Tito, que acredita que o princípio para o futuro está em ser do bem e ter autocrítica. “A cada porta fechada, uma nova se abre e disso que as pessoas tem muito medo. Com essas viagens, descobri os meus talentos, mesmo sem ter feito uma universidade”, disse ele que já desempenhou dezenas de atividades, de lavador de pratos a membro da Funai. Ao invés de tentar ser rico, o que segundo Tito dá um trabalho danado, ele resolveu ser criativo e descobriu que é importante ter capacidade de se adaptar. De acordo com o palestrante, quando você sonha, as coisas acabam acontecendo. “Coisas inexplicáveis aparecem em minha vida e acho que isso vem por causa da minha capacidade de sonhar. O sonho que nos leva a crescer”, enfatizou Tito e exemplificou “sou feliz, não tenho aposentadoria, mas tenho fé. Sempre tive certeza de que o sonho vale a pena”. Para finalizar, ele afirmou que mais do que preciso, navegar é fundamental, afinal, “o zigue-zague é a única distância entre dois pontos”, ensinamento de um experiente navegante. |
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Palestras simultâneas enriquecem conteúdo do XI COMRHDurante os dias 15 e 16 de maio de 2007, quando aconteceu o XI Congresso Mineiro de Recursos Humanos, evento promovido a cada dois anos pela ABRH-MG, oito palestras simultâneas foram oferecidas aos congressistas. Divididas entre os módulos temáticos: “SeRH”, “Leveza” e “Sustentabilidade”, as palestras simultâneas acrescentaram informações importantes sobre os desafios enfrentados diariamente pelos profissionais de RH, a partir de debates e explicações sobre temas e tendências atuais. Confira, nesta edição do RH Mail, o que foi abordado na palestra simultânea do tema “SeRH” e, nas edições de julho e agosto, na seção “O que a ABRH-MG oferece a você”, saiba mais sobre o conteúdo das palestras dos módulos “Leveza” e “Sustentabilidade”. SeRH Delírios e delícias: o jogo de poder nas organizações Vera Cançado convidou o profissional de Recursos Humanos a refletir sobre qual o poder do RH nas empresas. Segundo ela, as funções do RH são formas de poder sobre o empregado e é importante que os profissionais da área entendam e estudem o tema Recursos Humanos como uma prática de poder, que deve ser usada de forma correta e ética. Ela mostrou aos profissionais a diferença entre discurso e prática, ao abordar “qual o poder que o RH acredita ter” X “qual o poder que ele tem efetivamente”. Também apresentou o resultado de uma pesquisa de avaliação do RH quanto à qualidade do serviço prestado. A pesquisa impressionou os profissionais presentes ao colocar a incoerência entre a visão da própria área quanto os seus trabalhos e a visão dos colaboradores com relação aos serviços prestado pelo RH. “Vera Cançado fez uma chamada para o pessoal do RH interagir mais com o a organização”, comentou Ricardo Caldeira, que trabalha na área de RH do Hospital Mário Pena. A pesquisa está no livro “A Gestão de Pessoas no Brasil – Virtudes e Pecados Capitais”, de autoria de Betânia Tanure. |
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. Associados ABRH-MG têm desconto Integração Escola de Negócios A Integração Escola de Negócios e Consultoria de Gestão de Negócios e Pessoas está com uma ampla programação de cursos para 2007 que, em Belo Horizonte, acontecem no Ouro Minas Palace Hotel (Av. Cristiano Machado, 4001 - estacionamento no local). A ABRH-MG é parceira da Integração e os nossos associados possuem 15% de desconto em todos os treinamentos abertos de RH e de Desenvolvimento Gerencial oferecidos pela escola nas diversas cidades brasileiras onde atua. :: Desenvolvimento de Analistas de Treinamento Academia de Idéias A Academia de Idéias é parceira da ABRH-MG e nossos associados possuem 15% de desconto em todos os cursos oferecidos pela escola. A Academia de Idéias fica na Rua República Argentina, 755, Sion, Belo Horizonte - Minas Gerais. Contato: (31) 3281-7750. Mais informações: www.academiadeideias.com :: A urbanidade na obra de Nelson Rodrigues :: Sentimentos que movem o homem, segunda série de encontros :: “Quem somos nós” e “O segredo”, os filmes Professor: Henrique Klein Pedroso - Físico, com Mestrado em Engenharia Nuclear pela UFMG. Realizou pesquisas no Centre d’Etudes Nucleaires em Paris (França). É co-autor do livro "Frankenstein e a Inteligência Artificial" (ed. PUC-Minas). . |
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Oficinas trazem leveza para o XI COMRH Quatro oficinas foram oferecidas aos congressistas durante os dias 15 e 16 de maio, no XI Congresso Mineiro de RH. Uma novidade nesta edição do congresso, as oficinas foram um sucesso. “Achei a oficina do Grupo Projetar muito interessante, eles nos colocaram para refletir. A gente trabalhou como se constrói uma meta e como se definem objetivos, elementos importantes para a vida profissional e pessoal”, falou Ana Maria Vieira de Albuquerque, profissional de RH que participou da vivência facilitada pelo Grupo Projetar, na manhã do primeiro dia de congresso. Alessandra Câmara, da área de benefícios da Teksid Alumínios do Brasil, também esteve na oficina e achou excelente. “A vivência deu uma direção muito boa. Trabalhamos questões voltadas para o indivíduo, para a escolha. É uma atividade que se aplica muito a minha área de trabalho”, disse. As oficinas também proporcionaram aos congressistas a realização de sonhos, como conta Sérgio Fernando Bezerra, da área de RH da Cemig, que participou da oficina de mosaicos: “Achei muito interessante. Era uma vontade que eu tinha, conhecer um pouco mais sobre a técnica de mosaicos, e essa foi uma grande oportunidade. Acho que as oficinas deixam o evento mais leve e funcionam como uma terapia”. Norma Rocha Spínola, colega de Sérgio na área de RH da Cemig, também realizou um trabalho em mosaico durante o COMRH e gostou muito. “O artesanato contribui para o nosso desenvolvimento, ajuda a ter paciência no dia-a-dia. Achei surpreendente ter oficinas no congresso e muito importante, afinal, a arte tem que ser inserida em nossa vida. Usar a criatividade é imprescindível, temos que ser criativos no nosso trabalho”, comentou. Iramar Clever de Souza, que trabalha com Psicologia do Trabalho na Previdência Social e é professora universitária, e concordou com Norma: “podemos usar o que aprendemos aqui, como a tranqüilidade, a criatividade, o relaxamento, em vários momentos da nossa vida. As oficinas são uma ponte entre a ciência e a arte, um caminho para integração. Nessa atividade, temos o contato com o sagrado”, falou. Aproximadamente 20 congressistas participaram de cada oficina e buscaram ali, no Salão Alterosa do Ouro Minas Palace Hotel, um momento de descontração e relaxamento, para melhor absorver a quantidade de informações apresentadas nas palestras. “Amei a oficina de picote. O congresso não tem que ter só utilidade prática, temos que relaxar também. Oferecer oficinas foi uma idéia sensacional até para as pessoas da nossa área saírem um pouco do quadrado”, disse Cláudia Maria Silva Moura, diretora de treinamento de um instituto de capacitação. Sirleide Alves Araújo Lopes trabalha com RH no condomínio Morro do Chapéu e definiu a oficina de picote como um momento de colocar criatividade na rotina. “O nosso tempo é muito corrido, são muitas informações. Essa atividade foi um momento de reflexão e de ver cores”, comentou. Para Marilene Rosa Correa, profissional de RH da Encapa, a oficina de massinhas foi uma grande diversão: “adorei, é uma prática diferente, a gente interage, ri e se diverte”. “Tornei-me criança outra vez. Que felicidade!”, finalizou Adair Joaquim Satler, profissional de RH que participou da oficina de massinhas. |
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ExpoRH-Minas contribui para o sucesso do XI COMRH Com 31 diferentes expositores, a ExpoRH-Minas apresentou para os congressistas do XI COMRH produtos e serviços utilizados no dia-a-dia do profissional de Recursos Humanos. Segundo Glória Meireles, presidente da ABRH-MG, a feira é uma parte muito importante do Congresso Mineiro, pois ali fazem contatos e conhecem soluções que podem ajudar no seu trabalho. No total, 13 empresas patrocinaram o XI Congresso Mineiro de Recursos Humanos, divididas nas categorias “Diamante”, “Ouro” e “Prata” e, todas elas tiveram stands na feira ExpoRH-Minas. Além dos patrocinadores, 14 expositores compareceram à feira e mais quatro parceiros do evento montaram balcões de divulgação de seus produtos. “Achei a feira muito proveitosa, estivemos em contato com profissionais de muitas empresas e conseguimos dar visibilidade para a nossa marca. Apresentamos nosso serviço e fizemos bons contatos”, falou Marta Siqueira da Belo Dente, um dos patrocinadores prata do evento. “Foi a primeira vez que participamos de um congresso e foi muito positivo o resultado, vamos, inclusive, investir mais em eventos e esperamos participar dos próximos promovidos pela ABRH-MG”, completou. A ExpoRH-Minas estava bem diversificada, completa e criativa. Os expositores ofereceram desde massagem, acesso a internet, frutas e brindes, a um happy hour com direito a chopp para os congressistas. Este foi o segundo congresso que a ECX Card patrocina e participa como expositor da ExpoRH-Minas. “Para nós, é essencial participar da feira do COMRH. Somos hoje uma marca forte em Minas Gerais e lá encontramos com muitos dos nossos clientes, é um contato bom para o nosso relacionamento. Gostamos demais do evento, que é bastante organizado”, contou Bárbara Mitre, da ECX Card. As avaliações apontam também para um bom atendimento dos congressistas com a feira, além dos expositores que ficaram muito satisfeitos”, comentou Glória, que também disse estar muito alegre com a repercussão positiva de todo o Congresso Mineiro. |
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Prêmio Ser Humano 2007 é lançado durante o XI Com RH O XI Congresso Mineiro de Recursos Humanos foi a ocasião perfeita para o lançamento do Prêmio Ser Humano 2007, realizado anualmente pela ABRH-MG. Estavam presentes no Auditório Ouro Preto, do Ouro Minas Palace Hotel, centenas de profissionais de RH que assistiram atentos ao vídeo de apresentação do prêmio que estará aberto para a inscrição de trabalhos de 1º de agosto a 15 de outubro deste ano. O Prêmio Ser Humano tem como objetivo reconhecer e divulgar projetos, pesquisas e práticas profissionais que apresentem contribuições efetivas para o desenvolvimento de pessoas no trabalho, bem como ações que contribuam para a inserção das pessoas no exercício da cidadania. Dividido em duas modalidades: “Gestão de Pessoas” e “Responsabilidade Social Corporativa”, o prêmio é aberto à participação de estudantes de graduação e pós-graduação, consultores independentes e empresas de qualquer porte, para a primeira modalidade, que é dividida nas categorias Acadêmico, Profissional e Empresa. Já para modalidade “Responsabilidade Social Corporativa”, apenas projetos de empresas podem ser inscritos. A sua competência merece ser vista! Consulte o regulamento do Prêmio Ser Humano 2007 no site da ABRH-MG, www.abrhmg.org.br. |
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Eduardo Carmello Conferencista e Consultor Organizacional especialista em Gestão Estratégica de Pessoas, Eduardo Carmello foi o palestrante com melhor avaliação no XI Congresso Mineiro de Recursos Humanos. A partir do módulo temático “Leveza”, ele ministrou a palestra simultânea intitulada “O RH resiliente e a leveza da mudança”. Há 10 anos, Eduardo trabalha com resiliência nas organizações. "O conceito de resiliência estratégica é: capacidade de se adaptar e evoluir em ambientes de alta complexidade e turbulência, mantendo uma estratégia de negócios coerente. E é de suma importância para empresas que estão buscando longevidade", explica ele e completa que o RH tem papel fundamental nesse processo de evolução estratégica, pois precisa orientar, incentivar e capacitar os talentos da organização para que ela responda de maneira consistente aos desafios da mudança. Eduardo explicou que o termo "leveza" em sua palestra foi utilizado com dois objetivos: primeiro, de alinhar a palestra com os objetivos do congresso e do público de RH; segundo, de mostrar que, através da resiliência, o sucesso da mudança pode ser alcançado por empresas e profissionais com espírito aberto, conectados e engajados com seus objetivos e valores mais nobres. "É preciso que as empresas e os seus colaboradores estabeleçam relações mais dinâmicas e fluentes, com vínculos significativos e mútuo-apoio, facilitando o processo de geração de valor ao cliente", comentou. Educador Físico com Pós-Graduação em Educação, Eduardo Carmello, desde 1993, trabalha como consultor na área de RH e, desde 1994, é diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos. A empresa possui três unidades de negócios, das quais ele participa ativamente: Consultoria, Coaching e Aprendizagem Eficaz. "Meu trabalho é ajudar empresas e profissionais a construir o sucesso sustentável de suas organizações, a partir de uma profunda conexão com as mudanças do mercado e de competências necessárias para criar e entregar valor ao cliente", diz o consultor, que atualmente está trabalhando em dois projetos de Mudança Organizacional. Além dos projetos estratégicos, Eduardo tem o objetivo de comunicar e compartilhar valor através de palestras. Em 2005, foram feitas 78 palestras e, em 2006, foram 92. “Procuro fazer uma palestra com alto conteúdo, mas também sempre me preocupo em criar uma relação de amizade, não me portar como um superior distante, mas como um amigo próximo, que pode sim contar histórias pessoais e profissionais”, justificou a sua alta pontuação na avaliação do Congresso Mineiro, também agradeceu e disse estar lisonjeado. “Achei o congresso espetacular. Uma oportunidade ímpar para conhecer profissionais, saber de seus projetos, expectativas e necessidades”, falou. Para finalizar, Eduardo elogiou o trabalho da ABRH-MG: “a associação vem se destacando ao longo do tempo como uma entidade que se preocupa em trazer o que há de melhor em Gestão Empresarial e de Pessoas para seus associados. Pessoalmente, é um dos congressos onde sou muito bem atendido e respeitado por todo o comitê do evento, desde o momento em que chego ao aeroporto até o momento em que vou embora. Essa qualidade de relacionamento é fundamental e me faz querer voltar sempre a Minas Gerais”. |
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Série de Música Coral – regente Eliane Fajioli Show Ana Carolina Emmerson Nogueira Série de Concerto TIM no parque Projeto Música Independente Rosário de Peixes: em encontro inusitado entre o blues de raiz e a música afro-brasileira Cauby Peixoto
Arte Moderna em Contexto (pintura, escultura, objeto e mobiliário) Ziraldo – o eterno menino maluquinho Palavra da terra
100 Shakespeare A hora e a vez de Augusto Matraga
Nederlands Dans Theater 2 Grupo Corpo Transtorna – Cia de Dança do Palácio das Artes no interior
Mostra de vídeo Itaú Cultural Cineclube Curta Circuito Mostra Ziraldo
Sempre um Papo, noite de autógrafos do livro “Fichas de vitrola e outros contos”, de Jaime Prado Gouvêa Terças poéticas |
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RHMail: Informativo Mensal da ABRH-MG - Coordenação: Cristiane de Ávila Fernandes
ABRH - MG: Presidente - Glória Rodrigues V. Meireles
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