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Uma
abordagem preliminar com os gerentes de agência de um
banco em Minas Gerais
Resumo
s transformações verificadas no mundo da produção e do trabalho têm levado
as empresas a se constituírem em centro das atenções e tensões do mundo
contemporâneo. Protagonista nem sempre bem entendido, com pouca compreensão
de seu real papel, o Gerente surge impávido, merecendo maior atenção.
Compreendê-lo melhor para melhor compreender as relações por ele mediadas e
que afetam o universo organizacional é a intenção deste trabalho. Focando o
conjunto de gerentes de agências de uma importante instituição financeira
brasileira em Minas Gerais, buscou-se identificar, ainda que
preliminarmente, os aspectos mais relevantes na constituição do que se
convencionou denominar “mal-estar gerencial”. A expressiva amostra final da
pesquisa de campo (268 sujeitos) se constitui em diferencial do trabalho
que, considerando o universo da instituição pesquisada, ganha contornos
quase censitários no âmbito estadual (352 agências) e permite inferências
nacionais no âmbito interno da organização.
Propicia, ainda, a comparação
com trabalhos similares, realizados em nível regional, nacional e mesmo
internacional, nos quais se baseou. O conjunto de gestores pesquisados
revela - pelo lado profissional - suas percepções quanto aos desafios da
atuação gerencial, o futuro da carreira e suas necessidades mais prementes
de aprimoramento. Quanto à realidade de vida pessoal dos gestores, a
pesquisa aponta para um conjunto extenso de carências que merecem ser melhor
compreendidas.
Palavras-chave: Gerente,
mal-estar, qualidade de vida, estresse, subjetividade.
Se, com o
advento da empresa industrial, em meados do século XIX, surge a
administração enquanto ramo do conhecimento científico voltado para a
reflexão desse então novo ambiente de produção e reprodução, o gerente
emerge nesse cenário como figura central. Ocupando um, por vezes, incômodo
lugar intermediário entre o capital e o trabalho, entre patrões e
empregados, nosso (des)conhecido gerente se encontra permanentemente sob
ação de forças contrárias pouco conciliáveis e, portanto, diante de dilemas
insolúveis.
Como os
gestores lidam com tais dificuldades inerentes à sua função e com as
repercussões em suas vidas pessoais é algo que nos intriga desde há muito.
Buscar identificar quais as compensações são oferecidas e/ou demandadas
pelos gerentes e pelas organizações nos animou a iniciar uma maior
aproximação com o tema através de uma pesquisa sistematizada cujos
resultados apresentamos neste relatório.
Apesar da imensa
gama de informações produzidas sobre a temática das organizações, seu
funcionamento e impactos na vida individual e coletiva, em especial a partir
das últimas décadas - em que proliferaram teorias, práticas, publicações,
“gurus” para todos os gostos, gêneros e fins – são ainda relativamente
reduzidos os trabalhos focados no gerente – particularmente no que se refere
à percepção própria desse grupamento sobre sua realidade de trabalho e de
vida.
Conforme nos ensina
MELO (1996:70), “... à despeito do papel que lhe possa ser reservado em cada
aporte teórico, a figura do gerente ainda permanece obscura como sujeito das
práticas organizacionais”.
Apesar de se
constituírem em elementos chave nas organizações em geral, no tocante ao
ramo financeiro destaca-se a figura emblemática do gerente em suas inúmeras
atividades – sejam aquelas referentes ao atendimento externo
(relacionamentos com os clientes), sejam as de âmbito interno (em relação
aos funcionários/trabalhadores e demais recursos e sistemas
organizacionais). De fato, parece ser o ambiente das corporações do sistema
financeiro, por excelência, o mundo do gerente.
A instituição pesquisada,
sobre esse aspecto, é exemplar. Sua estrutura de cargos, constituindo
carreira “em Y”, oferece alternativas profissionais no eixo denominado
técnico (atividades de apoio aos negócios – atividades meio) e no eixo
denominado gerencial (atividades fim) em que surgem dezenas de cargos
denominados de gerentes (gerentes de agência, de negócios, de atendimento,
de relacionamento, de equipe de expediente, de núcleo, de divisão, gerentes
executivos, gerentes de unidades regionais de infra-estrutura, de gestão de
pessoas, de auditoria etc.).
Dada a
enorme diversidade de temas afetos ao grupamento gerencial e nossas
limitações de toda a ordem, optamos por restringir este trabalho acadêmico
aos limites, nem sempre muito precisos, do que se vem convencionando chamar
de mal-estar gerencial.
A referência a
certo incômodo característico do grupamento e que vem sendo pesquisado com
alguma freqüência nos últimos anos nos animou a realizar uma abordagem
preliminar junto ao conjunto de 352 gerentes de agência de um banco em Minas
Gerais.
O objetivo geral da
pesquisa era conhecer, de forma sistemática, um pouco do universo desses
profissionais da gestão – parte de seus incômodos e anseios atuais;
perspectivas futuras e suas relações entre vida pessoal e profissional.
Trata-se de segmento bastante diferenciado dos demais funcionários da
Empresa, conforme procuramos expor ao longo do trabalho, se constituindo,
portanto, em um conjunto com aparente homogeneidade, ainda que no plano das
hipóteses preliminares.
Partir das reflexões dos
próprios gerentes, de suas visões de mundo e suas percepções, desejos e
frustrações, nos parece tarefa imprescindível para o entendimento da prática
gerencial passada e atual, bem como de eventuais vetores de atuação futura
desse grupamento. Dar-lhes a palavra, portanto, significa o passo inicial
insubstituível para uma possível descoberta do humano por detrás de cada um
dos profissionais.
Belo Horizonte, 05 de julho de 2004.
Leonardo Torres Teixeira Leite
e-mail: leotorres@bb.com.br
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essa
edição do RH Mail, você poderá conhecer um pouco mais sobre Jane Brito
Pimenta, diretora da ABRH-MG.
Formada em
Psicologia e pós-graduada em Administração de Recursos Humanos, Jane
traz consigo 12 anos de experiência profissional, desenvolvendo
atividades na Área de Recursos Humanos, em empresas como Cia
Siderúrgica Belgo Mineira - BMS, Cia Força e Luz Cataguazes Leopoldina
e Skol e mais sete anos de experiência como profissional autônoma,
desenvolvendo projetos de treinamentos e de consultoria como
instrutora/facilitadora; seleção de pessoal, tendo prestado serviço a
diversas empresas.
Jane também é
credenciada para trabalhar com a metodologia CEFE (Competência
econômica através da formação de empreendedores) – metodologia
participativa/vivencial direcionada para o aprendizado de adultos e
que propicia desenvolvimento econômico e social através da formação
empresarial. Atualmente, é sócia-gerente da “Gente é a Diferença RH
Ltda”,
Nas horas de folga, Jane
prioriza a família e os amigos. Com eles, gosta de ir ao teatro,
cinema, dançar, ouvir música, ler e, principalmente, viajar para
visitar cidades próximas e distantes com o objetivo de conhecer
culturas e costumes diferentes dos seus.
Tem como hobby a Ikebana
– já montou algumas oficinas, inclusive em empresas. “A busca do
equilíbrio e harmonia viabiliza a aproximação e o encantamento das
mais diversas pessoas”, contou Jane.
Seus sonhos: fazer
mestrado na área de gestão do conhecimento/competências e atuar como
auditora na certificação da qualidade.
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Grande
oportunidade de ter um Oi a partir de R$ 1

Para as empresas que quiserem disponibilizar para seus colaboradores, com
comodidade
e muita facilidade, o que há de mais moderno em telefonia móvel no país, a
Oi possui a oferta perfeita: o Oi Direto. Exclusivo para empresas, o Oi
Direto oferece aparelhos GSM a partir de R$1 e até R$ 300 mais baratos que
o preço de mercado. Demonstrado o interesse pela oferta, a Oi monta um
estande na empresa para atender os colaboradores. A única exigência é que
os aparelhos sejam habilitados no nome do colaborador em um plano pós-pago
da Oi. O contato com a Oi pode ser feito pela própria área de RH da
empresa interessada, através do telefone (31) 3229-7720 ou pelos e-mails
flavio.mendes@oi.net.br,
vcimino@oi.net.br ou
luis.felipe@oi.net.br.


TreinaMinas mostrando
resultados...

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or intermédio do ABRH-MG/TreinaMinas, Luiz Cláudio de Macedo e Simone Soraia Assunção,
profissionais com formação acadêmica na área comercial, desenvolveram
e ministraram voluntariamente o Curso Básico de Vendas em uma
comunidade carente, na periferia da cidade de Betim-MG, assistida pela
ONG-Missão Ramacrisna. No último dia 19, aconteceu a formatura da
primeira turma, com alunos de idades entre 15 e 51 anos.
A Missão
Ramacrisna, por diversas vezes premiada com a menção “Bem Eficiente” e
reconhecida internacionalmente, na pessoa de sua presidente Solange
Bottaro, demonstrou surpresa com o trabalho realizado, dizendo que o
projeto havia superado as expectativas de todos.
Klézio
Ferreira de Rezende, Gerente Geral da rede de supermercados Super Luna,
que, atualmente, conta com mais de 450 pessoas no seu quadro
funcional, não só tomou conhecimento do curso, como assistiu ao
trabalho dos professores em sala de aula. “Com toda a certeza, é
através da qualificação dos colaboradores que teremos uma organização
melhor e mais próspera. O curso consegue ser eclético por atingir
pessoas de idades e níveis culturais diversos”, disse Rezende,
anunciando que, nas próximas contratações, a empresa prestigiará os
alunos do curso, convidando-os para entrevistas. “Vocês talvez não
saibam o favor que estão fazendo à cidade de Betim”, disse,
referindo-se, ainda, aos professores.
Durante oito
meses, Luiz Cláudio e Simone se dedicaram à construção do projeto, que
contou com o apoio da psicóloga empresarial Cláudia Ferreira dos Reis.
O resultado do empenho foi o reconhecimento de entidades como PROCON,
Associação dos Consumidores e Donas de Casa, CDL, do segmento
empresarial e de instituições de ensino da rede estadual e municipal,
que solicitaram, aos mentores do projeto, palestras sobre o tema.
Abordando a cidadania e a ética no atendimento, o curso abrange o
desenvolvimento amplo do ser humano, inclusive em seus aspectos
familiar e social.
Outro
acontecimento importante foi o convite feito ao TreinaMinas, pela ABRH
Nacional, para avaliar os trabalhos que estão concorrendo ao Prêmio
Ser Humano Oswaldo Checchia 2003, na modalidade “Responsabilidade
Social”. A premiação dos trabalhos será realizada durante a Cerimônia
de Abertura do 10º Congresso Mundial de Gestão de Recursos Humanos –
30º CONARH, em 17 de agosto, no Rio de Janeiro.
O
TreinaMinas esteve presente no curso Comunicação e Mobilização Social,
oferecido pela empresa parceira Banco do Brasil, no qual participaram
20 funcionários do banco envolvidos no Programa de Voluntariado, bem
como 20 parceiros, Ong’s, escolas, pastorais da criança, entre outras
entidades. Também marcou presença no 2º Encontro do Terceiro Setor de
Minas Gerais, realizado pelo Ministério Público, pela Federação
Mineira de Fundações de Direito Privado e pela Associação Mineira de
Promoção das Entidades de Interesse Social.
Mais uma
parceria importante está sendo firmada. Após uma reunião com Maria
Alice de Moura, coordenadora do Curso de Secretariado Executivo
Bilíngüe do Unicentro Newton Paiva, está em análise a possibilidade
das alunas aplicarem seus conhecimentos como voluntárias nas
instituições cadastradas no TreinaMinas.
Novos
Consultores Voluntários estiveram na ABRH-MG e, após entrevista e
cadastramento, vêm desenvolvendo atividades na área administrativa de
algumas instituições.
O
TreinaMinas capacitou,
no primeiro semestre de 2004, 228 pessoas
em 69 cursos, totalizando 616 horas de treinamento.
Se você quer obter mais informações
sobre o TreinaMinas, entre em contato com a gerente executiva
Flávia Dias de Castro, de 3ª a 6ª feira, das 9h às 10 h e de 15h
as 16h, pelo telefone (31) 3225.0069 ou através do e-mail
abrhmgtreinaminas@taskmail.com.br
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Lançamento do livro: Auto - Estima e Felicidade
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Redescobrir o conceito de
“auto-ajuda”. Essa é, em linhas gerais, a proposta de Edina Bom Sucesso. E
se engana quem pensa que isso seja uma proposta pretensiosa. Com a simples
máxima “toda ajuda é, na verdade, um processo de auto-ajuda”, “Auto-Estima
e Felicidade” é, na verdade, um livro que mostra como o ser humano se
comporta e sinaliza caminhos para a mudança de posturas que geram
infelicidade.
Para isso, Edina mergulhou
fundo nas análises de perfis psicológicos, criando analogias com situações
cotidianas, sobretudo para levar o leitor a uma reflexão sobre si mesmo e
sobre a forma com que conduz sua vida. E esse auto-conhecimento pode ser a
chave para a felicidade, embora a autora reconheça que não se obtém
felicidade quando se quer, que ser feliz leva tempo e é muito mais difícil
do que se imagina.
Entretanto, Edina está consciente da importância da auto-estima e de seu
papel na construção da felicidade. Por isso, abriu mão do jargão
científico, das citações acadêmicas e, mesmo tendo fundamentado sua obra
com toques das ciências psicológicas e organizacionais, deixa para o
leitor a tarefa de se ajudar. “Auto-Estima e Felicidade” é fruto da
articulação entre a minha interpretação de aproximadamente duas mil
páginas de autores que mais influenciaram o meu pensamento e minha atuação
nos últimos 15 anos”, explica Edina, “e discute o papel da auto-estima nas
relações interpessoais, além de convidar o leitor a repensar crenças,
posturas e valores, que podem conduzir à felicidade”.
E quem
ainda não conhece os trabalhos anteriores de Edina, “Relações
Interpessoais e Qualidade de Vida no Trabalho” e “Afeto e Limite: uma Vida
Melhor para Pais e Filhos”, vai se surpreender com uma linguagem leve,
agradável, “que fala direto ao coração, sem rodeios”, como definiu o
Consultor de RH Paulo Coutinho, na quarta-capa do livro. “Auto-Estima
e Felicidade” é uma pesquisa sobre o comportamento do ser humano, que tem
por objetivo unicamente mostrar que ser feliz, embora difícil, é possível,
através do auto-conhecimento e do equilíbrio.
Lançamento:
O lançamento de “Auto-Estima
e Felicidade” foi realizado através do SEMPRE UM PAPO no dia 26 de abril,
às 19h30, na sala Juvenal Dias – Palácio das Artes. Na ocasião, Edina
proferiu palestra sobre o tema. Entretanto, foi uma conversa informal,
permeada por apresentações do músico mineiro Bruno Lopes, que cantou
músicas relacionadas ao tema.
Público-Alvo:
Ideal
para administradores, gerentes, profissionais de RH e de Treinamento &
Desenvolvimento, bem como para o leitor interessado no auto-conhecimento
como forma de melhorar sua auto-estima.
A
Autora:
Edina
de Paula Bom Sucesso é psicóloga com mestrado em Administração de
Empresas. Participou do Programa Qualidade em Educação e se especializou
em diagnóstico no Japão. Presta serviços de consultoria a várias empresas
públicas e privadas. É diretora da Ergon Consultoria e Educação Continuada
e membro do conselho consultivo da Associação Brasileira de Qualidade de
Vida Nacional. Autora dos livros “Afeto e Limite: Uma Vida Melhor para
Pais e Filhos”, pela Editora Dunya, e “Relações Interpessoais e Qualidade
de Vida no Trabalho”, pela Qualitymark, Edina realiza palestras em todo o
país sobre liderança, motivação e comprometimento, qualidade de vida no
trabalho e desafios na educação dos filhos.
Auto-Estima e Felicidade
Edina de Paula Bom Sucesso - Recursos
Humanos / Auto-ajuda - Preço: R$ 25,00
ISBN: 85-7303-465-3 - 160 páginas -
16 x 23 cm
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Milho de Pipoca
transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande
transformação por que devem passar os homens para que eles venham a ser o
que devem ser. O milho de pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo
que acontece depois do estouro. O milho de pipoca somos nós: duros,
quebra-dentes, impróprios para comer.
Mas a
transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não
passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.
Assim
acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos
pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só elas não percebem.
Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de
repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que
nunca imaginamos. Dor. Pode ser o fogo de fora: perder um amor, perder um
filho, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre. Pode ser o fogo de
dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos cujas causas
ignoramos.
Há
sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento
diminui. E, com isso, a possibilidade da grande transformação.
Imagino que a pobre pipoca,
fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pensa
que a sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si
mesma, ela não pode imaginar destino diferente.
Não pode
imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina
aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a
grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa
completamente diferente, que ela mesma nunca havia sonhado.
Piruá é o milho de pipoca
que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo
esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais
maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a
dura casca que não estoura. O destino delas é triste. Ficarão duras a vida
inteira. Não vão se transformar na flor branca e macia. Não vão dar
alegria para ninguém.
Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás
que não servem para nada. Seu destino é o lixo.
E você,
o que é? Uma pipoca estourada ou um piruá?
Rubem
Alves

36º
FESTIVAL DE INVERNO DA UFMG
Entre os
dias 18 e 31 de julho, em Diamantina, acontecerá o 36º Festival de Inverno
da UFMG. Criado em 1967 por um grupo de professores da Escola de Belas
Artes da UFMG e da Fundação de Educação Artística de Belo Horizonte, o
Festival de Inverno da UFMG é hoje um dos maiores programas de extensão
das áreas de artes e cultura, promovido por uma instituição de ensino
superior no país.
Mais
informações:
www.ufmg.br/festival/
FESTIVAL DE INVERNO DE OURO PRETO / 2004
O tradicional Festival de Inverno de Ouro Preto, que acontece sempre no
mês de julho, começou no dia 8 e vai até o dia 31. Este ano, o evento
contará com diversas atrações, como a apresentação da peça “Acredite, um
espírito baixou em mim” e o show dos “Titãs”, além das oficinas que serão
ministradas durante todo o Festival.
Mas informações:
www.ouropreto.com.br
PEÇA TEATRAL “O CASO DA RUA AO LADO”
A peça teatral “O Caso da Rua ao Lado” chega a Belo Horizonte com Luiz
Fernando Guimarães, Marisa Orth e Otávio Muller. São três apresentações no
Grande Teatro do Palácio das Artes, dias 17 de julho (sábado, às 18h e às
21h) e dia 18 (domingo, às 20h). A peça é adaptada de uma das obras-primas
do repertório cômico francês, “L’Affaire de la Rue Lourcine”, de Eugène
Labiche, que estreou em 1857, em Paris, no Théâtre du Palais-Royal. A
história fala ironicamente ao homem atual sobre uma humanidade que se move
apenas por interesses e apetites. A direção é de Alberto Renault.
Mais informações:
www.palaciodasartes.com.br
SHOW ZÉLIA DUNCAN -
"EU ME TRANSFORMO EM OUTRAS"
"Eu me transformo em outras", mais novo CD de Zélia Duncan, chega a Belo
Horizonte em um show que acontece no Grande Teatro do Palácio das Artes,
em Belo Horizonte, no dia 31 de julho, sábado, às 21h. O CD reúne canções
já conhecidas do público. O repertório é representativo da memória recente
e remota da cantora.
Mais
informações: www.palaciodasartes.com.br
6º
FESTIVAL INTERNACIONAL DE CURTAS DE BH
Acontece em Belo Horizonte, entre os dias 22 e 31 de julho, no Cine
Humberto Mauro, o 6º Festival Internacional de Curtas de BH. A entrada é
franca.
Mais
informações:
www.festivaldecurtasbh.com.br
SEMPRE
UM PAPO - MIGUEL PAIVA E ÂNGELA VIEIRA
O projeto Sempre um Papo traz a BH lançamento e debate dos livros "Gatão
de Meia Idade" e "Meia Idade Inteira", dos autores Miguel Paiva e Ângela
Vieira. O evento acontecerá no dia 19 de julho, segunda-feira, às 19h30,
na sala Juvenal Dias do Palácio das Artes, em Belo Horizonte.
Mais informações: www.palaciodasartes.com.br


Rhmail: Informativo Mensal da ABRH-MG - Coordenação:
Cristiane de Ávila
ABRH - MG: Presidente - Glória Rodrigues V. Meireles
End: Rua Gonçalves Dias, 229 - sala 404 - Funcionários -
30140-090 - BH - MG
Tel:(31) 3227-5797 e Fax: (31) 3223-0846 - e-mail: abrhmg@task.com.br
Projeto Gráfico: Saíra Comunicação - Design
Gráfico: Liliana Kelly dos Santos - Revisão: Rafael Soares de Oliveira -
Redação: Fernanda Maciel e Luciana Amormino - Edição e Produção: Saíra Comunicação - End: Av. Brasil, 1831 - conj. 901/903 - Funcionários -
30140-002 - BH - MG - Telefax: (31) 3261-2195 - e-mail: sairacomunicacao@uol.com.br


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