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Informativo mensal - Outubro de 2008
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Dicas de saúde

 
 


Tratamento Ortodôntico

O que precisamos saber?

Tratamento ortodônticoA Ortodontia é uma especialidade da odontologia, que previne e trata o mau posicionamento dos dentes e restabelece a oclusão, que é o perfeito encaixe dos dentes superiores com os inferiores. Além disso, melhora a mastigação, digestão, respiração, deglutição, fala, articulação e, como conseqüência, melhora também a higiene oral.

A má oclusão pode ter origem hereditária ou ser adquirida com o passar dos anos, devido a maus hábitos adquiridos, como o de succionar o dedo/chupeta ou mesmo problemas respiratórios, perda de dentes, doenças periodontais, traumatismos, etc.

Somente conversando com um dentista, você poderá saber se necessita ou não de um tratamento ortodôntico. Mas não se esqueça que, como qualquer outro tratamento de longa duração, precisa ser levado a sério para se obter um bom resultado. As orientações de escovação e de como passar o fio adequadamente são primordiais para manter a saúde bucal e devem ser dadas pelo dentista logo na primeira sessão. Hoje em dia, ainda encontramos pessoas que não passam o fio dental por acharem trabalhoso e desnecessário, sofrendo depois as conseqüências como aparecimento de manchas brancas, cáries, problemas de canais, gengivites e até periodontites (perdas ósseas).

O sucesso de um tratamento ortodôntico está diretamente relacionado com um bom plano de tratamento, exames preliminares, boa higienização e, principalmente, com a importância de escolher um dentista especialista na área.

Muitas vezes, no trabalho, somos julgados pela nossa aparência. Sendo assim, o tratamento ortodôntico poderá ajudar não só a melhorar a aparência, mas, principalmente, a recuperar a auto-estima e o bem estar, tornando-nos mais seguros, produtivos e dispostos para encarar as dificuldades do dia-a-dia.

Dra. Iara Hamaoka
Cirurgiã-Dentista especialista em Periodontia
Responsável por Promoção de Saúde na OdontoPrev


Você tem diabetes?
Um terço da população que tem a doença ainda não sabe

Emagrecimento rápido sem causa aparente, cansaço intenso e sem motivo, muita sede, fome exagerada, dificuldade de cicatrização de machucados. Sintomas que muitas vezes passam despercebidos e que podem esconder uma doença crônica: o diabetes. Mesmo não tendo cura, ele pode e deve ser controlado, o que garante qualidade de vida à pessoa. Segundo dados do Ministério da Saúde, estima-se que, no Brasil, 11% da população com mais de 40 anos tenha diabetes.

O diabetes nada mais é do que a elevação persistente do nível de açúcar no sangue. Quando a doença não é adequadamente controlada, pode causar cegueira, má circulação, mau funcionamento dos rins e problemas de coração. Identificar o problema é fácil: basta fazer um exame de sangue chamado medida de glicemia. Depois, cabe a cada um, em parceria com seu médico, controlar a doença.

Quem pode ter diabetes?
Nem sempre quem tem diabetes apresenta todos os sintomas da doença. Às vezes, não há a presença clara deles e por isso é importante que a pessoa conheça sua glicemia. Alguns fatores ou hábitos, no entanto, fazem uma pessoa ter mais potencial para desenvolver o diabetes: obesidade, falta de atividades física, pressão alta, colesterol alto, uma vida estressante, avanço da idade e ter alguém na família com diagnóstico de diabetes. 

Vivendo com qualidade
Alguns cuidados básicos aliados a mudanças de hábito fazem com que o diabético tenha uma vida tranqüila. Alimentar-se de maneira saudável é fundamental, evitando o excesso de sal, gordura e açúcares presentes em massa, doces, alimentos industrializados e frituras. Também é importante controlar o peso, não fumar, praticar atividades físicas conforme orientação médica, acompanhar o nível de glicose no sangue para prevenir crises e ir ao médico com periodicidade regular.

Outro hábito importante é examinar o corpo diariamente, principalmente os pés, procurando cortes, lesões na pele ou manchas vermelhas. Quem tem diabetes deve ter um cuidado especial com essa parte do corpo, porque a doença pode trazer como complicação a perda da sensibilidade nesse local: a pessoa pode, então, machucar-se, não perceber e o que era um simples machucado vira uma infecção.

Unimed-BH

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