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| Informativo mensal - Março de 2009 | ||
| Uma fonte mensal de idéias divulgadas entre os seus colegas de trabalho. | ||
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De acordo com o diretor de expansão do Diário do Comércio, Leonardo Motta, que deu início ao painel, a idéia do encontro surgiu de uma vontade de mostrar e demonstrar que ações positivas podem ser realizadas em meio a um cenário de crise econômica. “O objetivo é apresentar o que as empresas estão fazendo de mais positivo neste momento”, disse. Segundo ele, o Diário do Comércio vai dedicar uma página mensal ao assunto. “Neste espaço serão apresentadas ações realizadas por empresas em meio a crises. Pretendemos, com isso ampliar, a discussão sobre o tema”. A presidente da ABRH-MG, Glória Meireles chamou a atenção para a importância de trocar experiências e informações neste momento de turbulência econômica. Mesmo com crise, debatedores acreditam em expansão do mercado Na opinião do presidente da Suggar, Lúcio Costa, a atual crise é mais internacional que brasileira. “Esta não é a primeira nem a última, nem a maior crise que já passamos. Apesar de sempre sermos levados a considerar que a crise atual é a pior, não acredito que ela seja mais grave que, por exemplo, a inflação da década de 80 ou a ditadura”, argumentou. Como conselho para os empresários, ele citou a importância de valorizar o corpo funcional das organizações. “Manter a dignidade do emprego é o maior dever do empresário. A missão da Suggar, há 30 anos no mercado, é permanecer com os funcionários e contratar mais alguns”, destacou. Bastante positivo, Costa afirmou que “sempre é possível vender mais e ampliar a oferta de produtos”. Apesar do pessimismo de alguns analistas econômicos, ele garantiu que o propósito da Suggar é crescer no mínimo 5% este ano. “Em janeiro de 2009 crescemos 50% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Isso também deve-se ao fato de que colocamos 19 novos produtos à venda. Acredito que o mercado é do tamanho da nossa imaginação”. O presidente do Grupo Super Nosso, Euler Fuad, afirmou ter a mesma opinião de Costa e disse que “é preciso transformar as dificuldades em oportunidades”. Segundo ele, “apesar da crise, não recuamos em nada o nosso plano de expansão para 2009”. Fazendo uma análise especifica do setor de supermercados, Fuad afirmou que o maior desafio do Grupo Super Nosso é padronizar os atendimentos, já que este é um ramo pouco sistematizado e que depende de mão de obra. “Fazemos um trabalho de conscientização do funcionário. É fundamental que ele saiba que o cliente deve estar sempre em primeiro lugar”, ressaltou. Outro quesito de extrema importância, como apontou Fuad, é que o funcionário tenha noção da importância da economia, da redução de perdas. “Neste setor os desperdícios são altíssimos”. A crise não atinge todos os setores De acordo com a diretora de RH da Mendes Júnior, Lívia Sant’Ana, o setor de construção pesada do Brasil foi muito pouco atingido pela crise, até agora. No entanto ela adverte que, para este ano, não há um consenso nas previsões econômicas. “Não sabemos o que vai acontecer, pois não temos conhecimento em relação às possibilidades de crescimento de 2009. No ano anterior a economia cresceu 5,1 %, mas os investimentos caíram no último trimestre”. A diretora disse que, no ramo da construção pesada, houve, recentemente, um incremento de investimentos por parte do governo, o que gerou mais empregos. “Como boa parte do nosso trabalho vem de investimentos do governo em infra-estrutura, estamos contratando e não demitindo”. Ela comentou, ainda, que em momentos como esse, “é preciso que as pessoas reordenem suas ações e reflitam sobre o valor do trabalho”. Finalizando o painel, o diretor de serviços corporativos da Vivo, Marcus Roger da Costa, apresentou um decálogo da crise. Em primeiro lugar, ele disse ser de extrema importância “não negar a crise, pois ela não pode determinar nossas ações”. Em seguida, ele listou outras ações importantes em momentos de turbulência econômica, como reter os talentos da organização e compreender que a crise se apresenta diferente nos diversos setores. Roger também disse ser necessário rever os processos internos das empresas e valorizar os funcionários, capacitando-os; oferecer boas oportunidades aos clientes; investir em ações sociais, para contribuir para a redução do impacto da crise; e estar consciente de que toda crise é passageira. Biblioteca e Videoteca ABRH-MG estão à disposição dos associados DVDs Os filmes são um eficiente atrativo para transmitir uma mensagem, especialmente quando se trata de assuntos mercadológicos que, comumente, são rígidos e pouco recreativos. No mês de março, a Videoteca da ABRH-MG apresenta duas películas que, além de consistirem em atividades de maior entretenimento, são educativas para os profissionais de RH. “Cãodidato”, com duração de 10 minutos, conta a história de Bob Dog, um cachorro à procura de um emprego. Nesse contexto, o personagem passa por todas as fases de um candidato a empregado, abordadas de forma bastante divertida, e recebe dicas de como deve se portar, desde a seleção até à elaboração de um plano de carreira. Com duração de 5 minutos, “A Parada” consiste em um curta que apresenta a dificuldade de um soldado em marchar da mesma maneira que os demais. Após diversas tentativas sem sucesso e, com o evento de apresentação se aproximando, o capitão decide ordenar ao pelotão que marche de acordo ao soldado com dificuldade. LIVROS A palavra coaching, derivada do inglês, significa treinamento e consiste em um processo de desenvolvimento pessoal e profissional, que auxilia executivos na realização de um melhor gerenciamento de suas carreiras. Essa ferramenta é extremamente útil nas primeiras escolhas profissionais, visto que, através da revelação do potencial do indivíduo para maximização do seu próprio desempenho, cria consciência, capacita a escolha e produz a mudança necessária para que ele atinja suas metas. Este mês a biblioteca da ABRH-MG apresenta duas obras, entre os exemplares sobre o tema coaching existentes na Biblioteca. Elaborado por Joseph O’Connor e Andréa Lages, especialistas na área, o livro “Coaching com PNL: O Guia Prático para Alcançar o Melhor em Você e em Outros – Como ser um coach master” foi lançado no ano de 2004, pela editora Qualitymark. A obra apresenta uma combinação entre as teorias mais avançadas e os exemplos práticos de fácil entendimento ao leitor e de simples aplicação nas situações da vida real. Além de ser escrito em uma linguagem clara, concisa e objetiva, o livro é rico em exercícios e demonstrações, permitindo ao leitor a experiência de um ferramental de técnicas de coaching e PNL. Os autores são sócios na Lambent do Brasil (http://www.lambent.com/index.php/br/), com sede em São Paulo. “Coaching e aconselhamento: um guia prático para gerentes”, de autoria de Marianne Minor, foi lançado no ano de 2001, pela Qualitymark. O livro consiste, basicamente, em um manual prático, destinado ao autotreinamento. Contendo tópicos como “O ‘quê’ e ‘porquê’ do aconselhamento e do coaching” e “Como você pode fornecer um feedback eficaz”, a obra apresenta os conceitos básicos de aconselhamento e coaching, técnicas muito utilizadas no exterior para motivar, ensinar, comandar e influenciar pessoas e equipes. É importante salientar que somente os associados à ABRH-MG têm acesso à biblioteca e/ou à videoteca. Se você ainda não se associou e tem interesse em fazer parte desse grupo, entre em contato com a instituição pelo telefone (31) 3227-5797 ou envie um e-mail para abrhmg@abrhmg.org.br. |
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Seções ABRH-MG em Ação - XIII COMRH - EXPO-RHMinas 2009 e parceria entre ABRH-MG e FGV
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