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| Informativo mensal - Julho de 2010 | ||
| Uma fonte mensal de idéias divulgadas entre os seus colegas de trabalho. | ||
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Proteínas e fibras • Proteínas são fundamentais para o crescimento, para a renovação das células e para o processo de cicatrização. Elas podem ser encontradas em carnes brancas e vermelhas, leite e derivados, ovos e legumes. • Consumir fibras diminui o risco de doenças do coração e melhora o funcionamento intestinal. Fibras podem ser encontradas em alimentos de origem vegetal (frutas e hortaliças) e integrais. • Dê preferência aos queijos brancos, pois os amarelos são mais calóricos. • Prefira sempre alimentos integrais, que são aqueles cuja estrutura não foi alterada, mantendo a integridade de seus nutrientes sem a perda de valores qualitativos e quantitativos. Eles são mais nutritivos do que os refinados, pois têm mais fibras, vitaminas e minerais retidos nas estruturas, que são naturalmente removidas durante o processo de refinação. Doces • Se não conseguir resistir à tentação dos doces, tente substituí-los por alternativas menos calóricas. Troque doces com chantilly ou creme de leite por frutas frescas ou doces à base de frutas. • Alimentos diet e light podem enganar você. Fique atento. Alimentos diet contêm gorduras e podem ser mais calóricos do que os convencionais. Os alimentos light têm menos calorias, mas nem por isso você pode comer em dobro. Gorduras • Reduza o consumo de alimentos gordurosos, como carnes com gordura aparente, salsicha, mortadela, frituras e salgadinhos para no máximo uma vez por semana. Retire antes do cozimento a pele do frango, a gordura visível da carne e o couro do peixe. • Apesar de o óleo vegetal ser um tipo de gordura mais saudável, tudo em excesso faz mal. O ideal é não usar mais que uma lata de óleo por mês para uma família de quatro pessoas. Prefira os alimentos cozidos, grelhados ou assados e evite cozinhar com margarina, gordura vegetal ou manteiga. Sal • O sódio é um mineral presente em diversos alimentos, principalmente no sal de cozinha. No organismo, ajuda a equilibrar o metabolismo, a contração muscular, os impulsos nervosos e o ritmo cardíaco, mas o consumo excessivo de sódio causa a liberação de alguns hormônios que causam a retenção de líquidos, aumentando a pressão sanguínea e sobrecarregando o coração. Por isso, reduza o consumo de sal e tire o saleiro da mesa. • Evite temperos prontos, alimentos enlatados, carnes salgadas e embutidos como mortadela, presunto, lingüiça, etc. Todos eles têm muito sal. Por fim, não se esqueça de reduzir também o consumo de álcool e refrigerantes. Evite o consumo diário. A melhor bebida é a água! Fonte: www.saudesempreonline.com.br Dente com mobilidade, um sinal de alerta! O nosso corpo sempre nos avisa quando está com algum problema, mas, nem sempre, damos importância a esses sinais. Por exemplo, um dente com mobilidade para alguns pode parecer um caso simples e que pode esperar o tempo que for necessário para serem tomadas as devidas providências, mas, atenção: caso a consulta ao dentista demore a acontecer, poderá ser tarde demais! Ao examinar o caso, o dentista irá solicitar algumas radiografias para fechar um diagnóstico que poderá ser desde um simples movimento natural (mobilidade fisiológica) do dente, isto é, uma pequena movimentação dentro do seu alvéolo (osso em volta da raiz), que é considerada normal; como também poderá ser um caso extremo, em que o dente é condenado à extração. De acordo com a sua origem, a mobilidade dental pode ser classificada e detalhada conforme matéria publicada na revista da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas): Mobilidade causada por acidentes: Quando o dente sofre uma pancada (traumatismo), o ligamento periodontal, que é composto por fibras em volta da raiz do dente, é então estirado ou comprimido. A consequência disso é um aumento da mobilidade do dente. Quanto maior o trauma, maior será a mobilidade. Normalmente, a cura é espontânea e, em casos mais severos, é necessário fixar o dente traumatizado temporariamente. Mobilidade relacionada à articulação dentária: Um dente mal posicionado pode interferir na mordida (relacionamento dos dentes superiores e inferiores). Como consequência, esse dente recebe uma carga excessiva, que poder causar aumento da mobilidade. Há necessidade de ajuste para distribuir forças mastigatórias entre todos os dentes. Mobilidade relacionada com prótese e restauração: Os dentes não se encontram isolados na boca, eles fazem parte de uma engrenagem. Os dentes superiores se relacionam com os inferiores em várias posições e de forma dinâmica (oclusão). Quando se realiza uma prótese ou uma restauração, esta deve respeitar a oclusão, sob o risco de gerar o que se chama "contacto prematuro". Esse contacto interferente pode causar mobilidade dental, pois há um aumento de carga sobre o dente restaurado. Para a correção, devem ser realizados ajustes nesses trabalhos ou ainda sua substituição. Mobilidade causada por pulpites (inflamação da polpa dentária): Essa inflamação, que ocorre dentro do canal, pode provocar também uma inflamação das fibras periodontais que circundam a raiz do dente afetado. Em decorrência, temos uma maior mobilidade e esta pode ser acompanhada de descolamento (extrusão), dando a sensação de dente "crescido". Mobilidade causada por tratamento ortodôntico (correção de dentes mal posicionados): Para a correção da má posição de um dente é necessário aplicar uma determinada força sobre ele, fazendo-o movimentar-se. Isso é feito através de aparelhos ortodônticos fixos ou móveis. Entretanto, esse tratamento provoca aumento na mobilidade do dente, principalmente logo após a ativação (apertamento) do aparelho. Depois de 48 horas, a mobilidade excessiva volta a níveis normais. Mobilidade causada por doença periodontal: A doença periodontal provoca a reabsorção do osso alveolar que circunda o dente e também a destruição do ligamento periodontal. Essa destruição, causada por bactéria, é gradual, lenta e indolor e, como consequência, provoca um aumento progressivo da mobilidade dental, que agora já não é mais considerada fisiológica. Há necessidade de tratamento, que consiste, inicialmente, em fazer raspagem da placa bacteriana aderida à superfície radicular. Em casos extremos, em que a doença se encontra em níveis muito avançados, não há mais como manter o dente, sendo indicada sua extração. Desta forma, devemos ficar sempre atentos a qualquer alteração em nossos dentes, inclusive mobilidades, já que pode ser um importante alerta do início de algum problema grave. Quanto mais cedo soubermos, mais rápidas serão tomadas providências e melhores resultados serão obtidos. Visite seu dentista a cada seis meses e não deixe de avisá-lo sobre suspeitas de mobilidade nos dentes. Como sempre a prevenção é o melhor caminho. Dra. Iara Hamaoka
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Seções ABRH-MG em Ação - Inauguração do Ciclo de Palestras, regulamento do Prêmio Ser Humano 2010 e mais
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