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Informativo mensal - Agosto de 2010
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ABRH-MG em ação

 
 


Curso Analista de RH ocorre de agosto a setembro

As aulas começam no próximo dia 27 de agosto e se estendem até 24 de setembro

Formar analistas versáteis, com conhecimento amplo sobre os processos da área de Recursos Humanos é o objetivo do curso “Formação de Analista de RH”, cujas aulas ocorrem de 27 de agosto a 24 de setembro deste ano, sempre de 8h30 às 17h30.

As atividades serão divididas em cinco partes distintas que tratam dos seguintes temas: Construção de Equipes, no dia 27 de agosto; Cultura e Clima Organizacional, no dia 3 de setembro; Gestão de Desempenho, no dia 10 de setembro; Consultoria Interna de RH, no dia 17 de setembro; e Coaching, no dia 24 de setembro. Profissionais de renome na área de recursos humanos como Dayse Carnaval, Glória Meireles, Maria Cristina Iglesias, Sônia de Oliveira e Thelma M. Teixeira vão ministrar as aulas.

O curso será realizado na Faculdade Pitágoras (Rua Santa Madalena Sofia, 30, Cidade Jardim – BH). Para inscrições e mais informações entre em contato através do e-mail abrhmg@abrhmg.org.br ou pelo telefone (31) 3227-5797.


Mercado de Trabalho e Diversidade – Inserção de Deficientes é o próximo tema do Ciclo de Palestras

Evento que reúne especialistas no assunto será realizado no dia 31 de agosto

Abordar temas atuais e relevantes para os gestores de pessoas é o principal intuito do Ciclo de Palestras, espaço criado pela ABRH-MG para os seus associados. O próximo encontro ocorre no dia 31 de agosto e aborda o tema “Mercado de Trabalho e Diversidade – Inserção de Deficientes”. A palestra será ministrada pela diretora da ABRH-MG, Magda Santos Costa, e terá a participação da especialista em suporte a pessoas com deficiência, Damares Oliveira; da psicóloga Patrícia Braga; e da assistente social da Teksid do Brasil, Silvana Martins.

O encontro será realizado de 9 às 11 horas no Minas Tênis Clube II (Av. Bandeirantes, nº 2323, Mangabeiras). Mais informações pelo e-mail da ABRH-MG – abrhmg@abrhmg.org.br ou telefone 31 3227-5797.

Já no dia 19 de outubro será debatido o tema “Qualidade de Vida no Trabalho – Ações Efetivas”. A também diretora da entidade, Virgínia Gherard dos Santos, irá conduzir o assunto.


Inscrições para a 10ª edição do Prêmio Ser Humano foram adiadas

A diretoria da ABRH-MG informa que as inscrições podem ser realizadas de 4 de outubro a 30 de março

A diretoria da ABRH-MG informa que as inscrições para a 10ª edição do Prêmio Ser Humano foram adiadas. Os interessados podem se inscrever a partir do dia 4 de outubro até o dia 30 de março de 2011. A cerimônia de premiação também irá ocorrer em maio do ano que vem, durante a programação do XV Congresso Mineiro de Recursos Humanos. A data de sua realização e outras informações serão divulgadas oportunamente. Em caso de dúvidas e esclarecimentos favor entrar em contato com a ABRH-MG pelo telefone (31) 3227-5797 ou e-mail abrhmg@abrhmg.org.br.


Série de Oficinas Técnicas discute em setembro o “Desenvolvimento de Liderança e Sucessão”

ABRH-MG promove a atividade que será realizada de agosto a setembro próximos

A importância de discutir a formação e atualização do profissional de RH é um dos objetivos da série de Oficinas Técnicas promovida pela ABRH-MG. “Desenvolvimento de Liderança e Sucessão” e “Mensuração de resultados/indicadores de RH” são os próximos temas das atividades que ocorrem, respectivamente, no dia 14 de setembro e 9 de novembro. As atividades serão realizadas de 9 às 12 horas, no Minas Tênis Clube II (Av. Bandeirantes, 2323, Mangabeiras).

As inscrições para a oficina são gratuitas para os associados da ABRH-MG e podem ser realizadas pelo e-mail abrhmg@abrhmg.org.br . Mais informações pelo telefone 31 3227 5797. O associado que estiver presente nas três oficinas ou também nas palestras que ocorrem ao longo deste segundo semestre poderá participar de um sorteio que vale um desconto de 50% na inscrição para o XV Congresso Mineiro de RH, agendado para maio de 2011.

Competência do Profissional de RH foi o primeiro tema abordado

A importância em discutir a formação e atualização do profissional de recursos humanos foi abordada na oficina técnica “Competência do Profissional de RH”, que ocorreu dia 27 de julho, no Minas Tênis Clube II. A aula, ministrada pela diretora da ABRH-MG, Elaine Andrade, atraiu profissionais de diversas empresas.

Segundo a diretora, o resultado da atividade foi bastante positivo. “O público composto por profissionais de diferentes níveis e segmentos proporcionou uma troca mais ampla e abrangente de conhecimentos”, destacou. Elaine disse que os profissionais mais novos se beneficiaram também pela troca com profissionais já experientes e muitas informações foram compartilhadas. “A participação de todos foi efetiva, o que garantiu que os objetivos propostos fossem alcançados”.

A diretora também chamou a atenção para a importância de atividades como as oficinas técnicas que “possibilitam um momento de reflexão e também de partilha de experiências, diferentes pontos de vista e dúvidas”. Elaine Andrade disse ainda que essa construção coletiva permite a obtenção de um terceiro caminho e um novo olhar sobre as nossas práticas nas organizações.

Para Henriqueta Silva Chaves, profissional de Desenvolvimento Humano da MASB, a oficina foi muito interessante. “Muitas vezes o profissional de RH se preocupa com o processo de desenvolvimento e formação dos diversos profissionais e não foca ou discute, como deveria, sua própria profissão”, disse. “A oficina foi um momento para isso. Discutimos assuntos do dia a dia, mas que são extremamente importantes para nós e muitas vezes ficam esquecidos atrás de tantas demandas consideradas por nós mesmos como mais importantes”.

Henriqueta ressaltou ainda que a oficina proporcionou a oportunidade dos participantes avaliarem diferentes posicionamentos que no todo contribuem e são necessários para os profissionais de RH. “Conhecemos outros profissionais e saímos dali com contatos que servirão de benchmarking de agora para a frente”, afirmou.

Já para a analista social da Copasa, karine Correa Vieira, a oficina acrescentou muito, principalmente no que diz respeito ao atual momento da empresa, que está concorrendo ao Prêmio Nacional de Qualidade em Saneamento (PNQS). “Achei muito interessante a forma que a atividade abordou o setor de recursos humanos. A aula apresentou uma visão bem ampla da área de RH e frisou a importância de realizarmos uma interação com outros setores da empresa”.


ABRH-MG participou de evento sobre Gestão de Pessoas, promovido pela Faculdade Pitágoras

O mercado de trabalho vem transformando a Gestão de Pessoas em uma das funções mais estratégicas nas organizações. Com o objetivo de integrar profissionais da área de RH de diversas corporações e buscar novas metodologias para maximização dos resultados, a Faculdade Pitágoras promoveu, no dia 23 de julho, o colóquio “Gestão de Pessoas: Desafios e Realizações”.

Compuseram a mesas de debate a presidente da ABRH-MG, Cristiane de Ávila; o diretor executivo da Targett Business School e consultor da MARPEL , Júlio César Vasconcellos; e a superintendente da FIDENS Engenharia, Rijane Montalverne.

Cristiane de Ávila pontuou os desafios e possibilidades da profissão de RH. De acordo com ela, se a função do Recursos Humanos de uma empresa é acompanhar os processos e atuar como assessor eficiente na resolução de problemas, esse profissional deve, portanto, buscar conhecimento em diversas áreas e estar em constante atualização. “Um dos principais e mais importantes desafios do profissional de RH é conhecer o mercado. Ele deve entender de mercado para dominar a linguagem e atuar como parceiro dos líderes. Esse é o papel estratégico”, declarou.

Outro desafio pontuado por Cristiane é a necessidade de o profissional de RH aprimorar constantemente suas competências. “O RH deve estar em constante busca por novas soluções. O ideal é que ele domine seu campo, ou seja, recrutamento, remuneração, planejamento de carreira, treinamentos, entre outros”. Um exemplo desse desafio seria a adaptação de propostas, ou seja, pensar as atuações relacionadas a cada segmento de público dentro da empresa. “O Brasil precisa muito dos profissionais de RH e o país não chegará onde quer se nós, profissionais de recursos humanos, não atingirmos nossos objetivos”.

Na sequência, foi convidado a proferir sobre o assunto o consultor Júlio César Vasconcellos, que começou sua fala com a provocação: “porque existem pessoas melhores que as outras?”. Tal indagação, segundo ele, veio a partir de sua experiência com funcionários da empresa que trabalha, onde uns se destacam mais que outros. O consultor continuou: “Sou a favor do teste psicológico com os candidatos a um cargo na empresa, mas de forma limitada. Não existe correlação nenhuma entre testes psicológicos e performance empresarial. Fiz uma pesquisa com 60 homens na empresa, e a correlação foi zero”.

Sem ter respostas para seu questionamento, Vasconcellos analisou o desenvolvimento profissional das pessoas e sua relação com a evolução corporativa. Para o consultor, as corporações devem ser geridas de forma visionária, organizar as atividades do RH de acordo com a velocidade das mudanças que observamos no mundo. “Entre Julio César e Napoleão são 1800 anos de diferença, e os dois venceram guerra a cavalo. Há 15 anos eu comprei um microcomputador e ainda não existia PowerPoint. A velocidade das mudanças é incontestável”. Tais modificações aparecem na evolução da distribuição do trabalho e hierarquias das corporações: o que era bem dividido e separado de forma dura, deve ser dinâmico, com profissionais e mercado se interagindo na busca por soluções.

Nessa mesma linha, Rijane Montalverne contou um pouco de seu trajeto profissional para falar das novas possibilidades do RH. A superintendente observou que há pouco mais de 20 anos leu certa proposição que hoje não se sustenta mais. Tal dizer declarava que todas as pessoas são velhas em um determinado sentido. Por exemplo, uma criança de 10 anos é velha para ser alfabetizada, uma mulher de 35 já é velha para ter filhos, 28 anos é considerada idade avançada para jogadores de futebol, e alguém de 40 anos é velho para ingressar no mercado de trabalho. Para Rijane isso não faz mais sentido pois o mundo que vivemos já é outro. “O mundo mudou, com exceção da criança de 10 anos, todas as outras proposições não se sustentam mais. E eu sou exemplo vivo dessa mudança. Com 56 anos fui convidada para enfrentar um desafio em uma empresa, e nem foi perguntado qual a minha idade”.

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