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| Informativo mensal - Agosto de 2007 | ||
| Uma fonte mensal de idéias divulgadas entre os seus colegas de trabalho. | ||
Seções ABRH-MG em ação - Prêmio Ser Humano, uma grande conquista para empresas, profissionais e estudantes
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Prêmio Ser Humano: uma iniciativa brilhante Com o slogan “Deixe a sua estrela brilhar”, a ABRH-MG promove, em 2007, a sétima edição do Prêmio Ser Humano, iniciativa da associação que tem como objetivo premiar os trabalhos de sucesso de empresas, profissionais e estudantes, sempre na área de Recursos Humanos. A premiação é anual, dividida em duas categorias: “Gestão de Pessoas” e “Responsabilidade Social”, sendo que a primeira possui as modalidades Empresa, Profissional e Estudante, e a segunda recebe trabalhos apenas de empresas. Márcia Crespo, mestranda em Administração, inscreveu o seu projeto “Carreiras em Transição e Competências: uma análise por meio de metáforas” na categoria Gestão de Pessoas, modalidade Estudante, no Prêmio Ser Humano em 2006 e foi uma vencedora. “Foi muito gratificante receber esse prêmio. É o primeiro da minha carreira e o reconhecimento da nossa dedicação à pesquisa”, conta Márcia, que depois de receber a premiação da ABRH-MG, teve o artigo aprovado para o Encontro da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Administração 2006 e publicado nos anais do Congresso das Universidades Estaduais de Minas Gerais, também no ano passado. Os vencedores do Prêmio Ser Humano, que é restrito à trabalhos desenvolvidos em Minas Gerais, podem se inscrever para participar do Prêmio Ser Humano “Oswaldo Chescchia”, promovido pelo Sistema Nacional ABRH-MG. “Ganhar o prêmio em nível nacional é um incentivo para a constante busca de melhoria da Gestão Empresarial e das práticas de Recursos Humanos”, fala Margareth Rodrigues Pena, Gerente de RH da Precon Industrial que venceu o Prêmio Ser Humano da seccional Minas Gerais e o do Sistema Nacional ABRH em 2006. A Precon Industrial é uma das empresas mineiras que vibra com o Prêmio Ser Humano e reconhece: “o prêmio é o reconhecimento pelas ações em prol de um ambiente melhor para se trabalhar, em que o ser humano e seu bem-estar devem ser a essência da organização”, diz Margareth. Mariana Moura, membro da equipe de RH da Remil responsável pelo projeto “Quem sabe ensina”, vencedor do Prêmio Ser Humano mineiro e nacional em 2006 explica porque é importante participar: “A visibilidade de nossas ações é fator essencial para que nossos projetos sejam reconhecidos como parte da estratégia da empresa. O Prêmio Ser Humano é promovido por uma entidade competente, que tem credibilidade e é referência para os profissionais de RH”. A equipe da Remil, formada pelo profissionais Ana Paula Campos, Cássia Martins, Daniela Maia, Edsongil dos Santos, Luciana Silveira, Mariana Moura, Nara Ferreira, Virgínia Gherard e Wellington Maciel comenta que a premiação confirmou a percepção dos clientes internos, uma vez que os resultados alcançados reforçam que eles estão no caminho certo. “ A premiação também reforçou para a nossa equipe a importância do envolvimento de todas as áreas, ou seja, o projeto não é apenas uma ação de RH e sim um programa de todos”, comemora Mariana. O significado do Prêmio Ser Humano, para ABRH-MG, é o reconhecimento de um trabalho bem feito e exemplar, o que realmente tem acontecido. “Ganhar o Prêmio Ser Humano é promover a valorização do RH tanto para o cliente quanto para os fornecedores. Gera um impacto no ambiente empresarial e aumenta a nossa credibilidade perante nossos colaboradores também”, reforça Margareth Pena. “Para nós da Remil, o prêmio significa reconhecimento do foco, além de reforçar que o trabalho em equipe gera resultados grandiosos”, falam os profissionais da empresa e, quando perguntados se pretendem participar de novas edições do prêmio, a resposta é um enfático sim. “Temos boas ações e programas para compartilhar com outras empresas”, completam. As inscrições para o Prêmio Ser Humano 2007 estão abertas até o dia 15 de outubro. Aproveite e deixe a sua estrela brilhar! Mais informações, clique aqui.
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Fotos: Gláucia Rodrigues
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Parceria com o Business Institute concede desconto em cursos de pós-graduação para associados Com o objetivo de promover o desenvolvimento e aprimoramento executivo dos profissionais de Recursos Humanos, a ABRH-MG firmou, neste mês, uma parceria com o Business Institute, conveniado à Fundação Getúlio Vargas. Através desse convênio, seus associados poderão se inscrever, com 15% de desconto, para o curso de MBA Pós-Graduação Especialização e, com 10% de desconto, no curso de Pós-Graduação em Administração de Empresas – FGV Executivo Jr. O Bussiness Institute é o principal parceiro da Fundação Getúlio Vargas e é responsável pela formação de mais de sete mil alunos em Minas Gerais. Através dessa parceria, a Fundação Getúlio Vargas expandiu o número de cursos oferecidos, visando assim proporcionar a seus alunos a internacionalização e expansão de seu conhecimento. O curso de Pós-Graduação Especialização, uma das opções oferecidas com desconto aos associados da ABRH-MG, é voltado para a ampliação dos conhecimentos de nível tático e operacional. Esse programa possui excelência acadêmica, uma vez que conquistou nota máxima na última avaliação trienal da CAPES. A instituição também é preferida pelos gerentes e diretores de Recursos Humanos, como demonstra uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha em 2005. A Fundação Getúlio Vargas recebeu 45% dos votos de 450 executivos de RH, das mil maiores empresas do país, enquanto o segundo lugar recebeu apenas 16%. Além da Pós-Graduação em Administração, os programas com inscrições abertas agora no segundo semestre de 2007 são: MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias, Gerenciamento de Projetos, Gestão Empresarial, Gestão Comercial, Marketing, Gestão de Comércio Exterior e Negócios Internacionais, Gestão de Negócios na Construção Civil, Gestão Empresarial com ênfase em Finanças, Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria, Gestão Industrial, Logística Empresarial, Tecnologia da Informação, Direito da Economia e da Empresa. Já o curso FGV Executivo Jr., a outra opção com desconto, foi desenvolvido para àqueles que acabaram de concluir o curso de graduação e que desejam seguir a carreira executiva. O programa, ministrado por dois professores da FGV, visa melhorar a formação dos jovens, ampliando os conhecimentos adquiridos da graduação e atribuindo habilidades gerenciais capazes de possibilitar a esse profissional enfrentar os desafios do mercado de trabalho, que tem se tornado cada vez mais competitivo. Os cursos são ministrados, em Belo Horizonte na própria Fundação Getúlio Vargas, que se localiza na avenida Prudente de Morais, 444, Cidade Jardim. Além da capital mineira, os associados ABRH-MG têm os mesmos descontos para esses cursos ministrados nas cidades de Montes Claros e Governador Valadares. Os associados interessados deverão entrar em contato com Jacqueline Ribeiro, gerente comercial da Fundação Getúlio Vargas, pelo telefone (31) 2122-3203. Para mais informações, basta acessar o site: www.bifgv.com.br , ou enviar e-mail para o endereço mba@bifgv.com.br. Confira os cursos oferecidos na seção Academia ABRH-MG, clicando aqui. |
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Pensando a sustentabilidade Um dos módulos trabalhados durante o XI Congresso Mineiro de Recursos Humanos, que aconteceu nos dias 15 e 16 de maio de 2007, em Belo Horizonte, foi Sustentabilidade. Nesta edição do RH Mail, finalizando a cobertura do XI COMRH, apresentamos um resumo das palestras simultâneas referentes à esse módulo temático: “Líderes: Mestres e Aprendizes de Pessoas”, “Liderança para a sustentabilidade”, “BSC – Sustentabilidade Empresarial” e o debate “Diálogos convergentes: orquestrando métodos e emoções”. “Líderes: Mestres e Aprendizes de Pessoas” Rosa Bernhoeft inicia sua palavra definindo liderença como “ir”, ou seja, a que lembranças e sensações fomos conduzidos? Liderar, para ela, é “guiar de uma maneira especial, ir primeiramente para influenciar os outros por ações e palavras”. Porém, alguns atributos não podem ser esquecidos, como aceitação, escuta, compartilhar seus sentimentos, criar condições para que os outros possam vencer, inspirar os outros por suas próprias visões e missões, criar um mundo do qual as pessoas queiram fazer parte, entre outros. “Nós precisamos salvar o planeta, a sociedade, criar filhos que sejam bons cidadãos. Eu sou líder quando ajudo uma pessoa em seu momento de aprendizado a ir adiante. Todos nos lembramos das pessoas que nos fizeram dar um passo adiante”, afirmou Rosa, que deixou uma mensagem para os congressistas: “quando me proponho a participar de uma transformação, eu tenho uma missão. Engravide de sua missão. A gravidez contagia”. “Liderança para a sustentabilidade” A psicóloga Kedma Nascimento abordou o tema sustentabilidade, o qual é um assunto crucial para qualquer carreira, mas, principalmente, para os profissionais de RH. Ela contou que a sustentabilidade começou a ser estudada em 1987 e que é preciso diferenciá-la de caridade e assistencialismo. “Sustentabilidade não é filantropia, é um processo estratégico e o RH deve estar ao lado do CEO”, fala Kedma. Para ela, o líder mais importante é o RH, pois é ele que liderea a mudança. “Eu não posso mudar o outros, mas tenho que motivá-lo a mudar”, afirma a profissional qe há 25 anos trabalha como professora nas áreas de planejamento estratégico e RH. Segundo Kedma, o maior desafio do RH é desenvolver a liderença do CEO, pois ele, muitas vezes, não entende o papel de liderança do RH, por uma questão hierárquica. “O RH tem que inspirar e ser modelo para os líderes, porque liderear é relacionar com pessoas”, conclui. “BSC – Sustentabilidade Empresarial” Balanced ScoreCard. Esse foi o assunto tratado por Marcos Lares Peixoto, analista de controle e gestão da Cemig e professor nas universidades de Itaúna e Alfenas. O BSC é uma ferramenta que surge como uma solução para um problema: colocar em prática o planejamento estratégico de uma empresa. “O BSC é um modelo de gestão que auxilia as organizações a traduzir a estratégia em objetivos operacionais, direcionando comportamentos e desempenho”, explicou Peixoto. Baseado em um amplo conhecimento do assunto e uma ótima metodologia de ensino, o palestrante mostrou detalhes do BSC que são importantes que o profissional de RH compreenda com clareza. Algumas reflexões interessantes colocadas por Peixoto para o RH são: O que desejamos? Como podemos nos estruturar para gerar valor para a empresa? O que a estratégia de negócio demanda do RH? O que a área de RH precisa gerar para agregar valor ao negócio? Como tornar o RH uma área orientada à estratégia da organização? Para finalizar, Peixoto propôs uma reflexão para os congressistas: “É preciso ser leve como um pássaro e não como uma pluma” e esclareceu: “O RH tem que ser pró-ativo, ser leve e ser capaz de se direcionar”. “Diálogos convergentes: orquestrando métodos e emoções” O único debate do XI COMRH foi moderado pelo administrador de empresas Cássio Mattos, que atuou como executivo de RH em empresas como Brahma, Souza Cruz e Pepsi. Os debatedores foram Luís Carlos Nacif, especialista em comunicação empresarial e diretor geral de marketing e recursos humanos da Microcity, e Marcelo Patrus, diretor-presidente da Patrus Transportes Urgentes. Após a apresentação, em que cada debatedor contou um pouco sobre a sua empresa, o moderador abordou algumas questões como “Como vocês garantem que aquilo que é sonhado vai ser implantado?”, “Qual a menina dos olhos de vocês?” e “O que é fundamental para vocês no perfil pessol de um profissional de RH competente?”. As empresas dos dois convidados se destacam pelo investimento e carinho dedicados à área de Gestão de Pessoas. “Para mim, o sucesso da minha empresa está todo focado na gestão que fazemos das pessoas”, falou Luís Carlos sobre a Microcity, criada há 23 anos e hoje é a maior empresa de outsourcing de infra-estrutura de Lan & Desktops do país. “A gente faz uma gestão de recursos humanos diferente, em que as pessoas podem falar o que pensam. Essa cultura de valorizar o ser humano eu aprendi com o meu pai”, contou Marcelo, diretor-presidente, uma das melhores empresas para se trabalhar do Brasil, segundo a Revista Exame. |
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Academia de Idéias – desconto de 15% para associados ABRH-MG :: Max weber como pensador da cultura moderna :: Mitos gregos sobre a origem do ser humano :: Imagens espetaculares, vidas ordinárias :: Cerimonial e a etiqueta para o dia-a-dia Mais informações sobre os cursos no site www.academiadeideias.com ou pelo telefone (31) 3281-7750. Integração Escola de Negócios – desconto de 15% para associados ABRH-MG :: Liderando Equipes e Otimizando Resultados :: Construção de Planos de Desenvolvimento Individual com Enfoque em Competências Mais informações, clique aqui, ou acesse o site www.integracao.com.br. Pós-graduação Pitágoras – desconto de 10% para associados ABRH-MG
.: Gestão de Relacionamento com o cliente
.: Direito do Trabalho Todos os cursos acima estão com inscrições abertas no site www.faculdadepitagoras.com.br e acontecem no Campus Vila da Serra. Pós-graduação FGV – desconto de 15% para associados ABRH-MG - Início no 2º semestre de 2007.
:: MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias
:: MBA em Gestão Empresarial
:: MBA em Gestão Empresarial Para mais informações, acesse o site: www.bifgv.com.br, ou envie e-mail para o endereço mba@bifgv.com.br. Veja matéria sobre esse convênio clicando aqui. |
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Flávio Eduardo de Barros Vieira é economista, está atualmente com 51 anos e já atuou na siderurgia, construção pesada, setor de alimentos e bebidas, comércio exterior, mercado financeiro e de telecomunicações. Atualmente, celebrando seus 30 anos de carreira, foi selecionado por uma empresa de recrutamento para dirigir a Faculdade Pitágoras. Em entrevista para o RH Mail, Flávio falou sobre a sua trajetória profissional, a sua experiência na área de Desenvolvimento de Pessoas na Fiemg e sobre desafios. Confira! RH Mail: Conte-nos sobre a sua trajetória profissional nesses 30 anos de carreira. Flávio Vieira: Comecei a trabalhar como professor substituto quando estava ainda na Faculdade de Ciências Econômicas. Posteriormente, fui estagiário e analista da área técnica de investimentos em uma corretora de valores (BMG Corretora), passando posteriormente a trabalhar em empresas dos setores siderúrgico (Mannesmann), construção pesada (Mendes Júnior), alimentos e bebidas (Coca-Cola), comércio exterior (Brasif), telecomunicações (NET Serviços) e em uma organização privada sem fins lucrativos (Sistema FIEMG). Dirigir uma instituição de ensino como a Faculdade Pitágoras é uma honra, um coroamento de minha carreira profissional, pois tenho a rara oportunidade de contribuir para o crescimento da organização e também trazer para a academia e transmitir aos futuros profissionais as minhas experiências. RH Mail: Quais os maiores desafios que você encontrou nesses anos? Flávio Vieira: Com 20 anos, assumi o meu primeiro cargo gerencial na BMG Corretora. Posteriormente, fui controller da NET Serviços e fui convidado a ser o superintendente da operação em Brasília e, mais recentemente, fui convidado para assumir a Gerência Geral de Desenvolvimento Humano do Sistema FIEMG. Entretanto, aprendi com Lizete Araújo, minha grande amiga da Catho Consultoria, que existem desafios apenas para aqueles que não estão preparados para enfrentá-los. RH Mail: O que é preciso, na sua opinião, para ser um líder? Flávio Vieira: É preciso uma imensa capacidade de servir à equipe, formar novos líderes, transmitir significado às menores ações. Tenho um pequeno poema de Fernando Pessoa que resume a liderança: "Para ser grande, sê inteiro; RH Mail: Qual a importância da rotatividade na carreira de um executivo? Flávio Vieira: É uma excelente oportunidade de conhecer e conviver com diferentes culturas organizacionais e, ao mesmo tempo, rever nossa própria trajetória profissional à luz de valores e conceitos diferentes. RH Mail: Como lidar com essa rotatividade? Como ter sucesso na montagem de novas equipes? Flávio Vieira: Nas organizações existem lideranças formadoras de opinião, não necessariamente aquelas que ocupam o topo da hierarquia funcional. O sucesso na integração do profissional é perceber o clima organizacional através dessas lideranças, ao mesmo tempo, mantendo uma postura discreta e observadora. Essa convivência harmoniosa irá determinar o esforço que deveremos despender para lidar com a rotatividade. O sucesso na montagem de novas equipes é conhecer a identidade da organização – a visão, a missão e os valores –, as metas e objetivos determinados para a área funcional que assumiremos e contar com nossa experiência pessoal e profissional. RH Mail: Quais os cuidados que devem ser tomados ao sair de uma empresa e ao chegar à nova organização? Flávio Vieira: Sair de uma empresa – além do absoluto sigilo sobre informações e dados técnicos sobre a empresa – impõe-nos toda uma gama de relacionamentos que não mais teremos, os quais foram importantes durante um determinado período. Respeitarmos esse sigilo e as pessoas, que são esses relacionamentos, é uma postura ética, não obstante a forma de como saímos da empresa. Como corolário, ao chegar à nova organização, há que se manter o sigilo e a discrição sobre informações técnicas e sobre os relacionamentos pessoais e profissionais. RH Mail: Durante o XI Congresso Mineiro de Recursos Humanos, a palestrante Vicky Bloch afirmou que as empresas vão brigar por talentos, por líderes. Como que é essa caça por líderes? Como foi o processo de seleção para a Faculdade Pitágoras e o que pesa na hora de você decidir entre mudar ou ficar? Flávio Vieira: A seleção para a Faculdade Pitágoras foi pautada por uma plena comunhão, não apenas entre os parâmetros estabelecidos para as competências, habilidades e atitudes do profissional, como também pela minha identificação com os seus valores. RH Mail: Você que decide o momento de sair de uma empresa, ou são as ofertas do mercado que direcionam a sua carreira? Flávio Vieira: Observo minha trajetória profissional dentro da empresa para avaliar se chegou o momento de procurar pelas ofertas do mercado. Avalio, assim, minha contribuição para os seus resultados, meu envolvimento inteiro e o prazer com que vou trabalhar. RH Mail: Como você se mantém um profissional atualizado e cobiçado pelas empresas? Flávio Vieira: Aprendendo e estudando continuamente. Participo de congressos, cursos e seminários a fim de que meus conhecimentos mantenham-se atualizados. RH Mail: Como foi a sua experiência na área de Desenvolvimento Humano do Sistema Fiemg? Tive uma experiência gratificante durante os três anos de atuação como Gerente Geral de Desenvolvimento Humano do Sistema FIEMG. Até assumir essa importante responsabilidade, eu havia atuado nas áreas de direção, planejamento e controladoria de empresas e organizações. A tradução da missão e visão da organização para o cotidiano das pessoas, o alinhamento estratégico de treinamentos, processos e procedimentos, a gestão da comunicação interna e dos benefícios, trouxeram-me a plena compreensão da importância das pessoas na consecução dos seus objetivos. Consegui tal compreensão a partir do momento que a equipe da Gerência Geral de Desenvolvimento Humano passou a ter uma atuação estratégica ao lado dos clientes internos do Sistema FIEMG. A atuação dos profissionais de Recursos Humanos torna-se estratégica quando deixamos de controlar processos burocráticos e óbvios que são encontrados nos livros e manuais, e temos que construir junto aos clientes internos respostas para o futuro das organizações, não dentro dos nossos gabinetes, isolados do cotidiano da toda a instituição. Temos que medir e apresentar nossos resultados, demonstrando a evolução do capital humano das organizações a partir das propostas técnicas desenvolvidas por nós e realizadas com os clientes internos e profissionais de Recursos Humanos. |
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Não use drogas Usar drogas (crack, cocaína, heroína, loló, lança-perfume, solventes, tranqüilizantes, LSD, ectasy ou outras drogas sintéticas) não leva a nenhum benefício. Como são substâncias que agem em diversos órgãos e provocam dependência (vício), o risco de não conseguir parar é muito grande. Além disso, as drogas são substâncias que sabidamente contribuem para a perda da saúde por diversos motivos: :: Danificam seriamente diversos órgãos (coração, fígado, cérebro e nervos, entre outros) causando doenças. |
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A Copasa na luta contra a dependência química O problema relacionado à dependência química atingiu, nos últimos anos, um número preocupante de pessoas. Na tentativa de solucionar o problema, pelo menos entre os seus funcionários, a Copasa criou o PASA - Programa de Atendimento Sistêmico ao Alcoolista, que nos últimos anos, além de atender dependentes do álcool, passou a atender também usuários de drogas. Como toda iniciativa bem aplicada rende bons frutos, o PASA colheu ótimos resultados e, no ano passado, a Copasa foi uma das empresas ganhadoras do VI Prêmio Ser Humano, evento promovido pela ABRH-MG, em dezembro do ano passado. Premiado na categoria Responsabilidade Social Corporativa, o projeto reúne atividades que visam tratar os funcionários da empresa que enfrentam o drama relacionado à dependência química. O projeto De forma espontânea, ou encaminhado pela própria Copasa, o empregado é primeiramente atendido pela equipe do projeto, composta por psicólogos, estagiários e médicos do trabalho, que são responsáveis por avaliar o grau de dependência. Ingresso no programa, ele é orientado e encaminhando para diversos serviços. A permanência no programa é de dois anos, após esse período ele recebe alta, entretanto, sem perder o vínculo com o projeto. Aquele funcionário que permaneceu firme na abstinência pode se tornar um Conselheiro do PASA, um multiplicador do conhecimento, no sentido de dar apoio a seus companheiros que enfrentam o mesmo problema. O diferencial do programa em relação aos outros projetos que visam tratar a mesma situação está em sua abordagem. Além de utilizar os mesmos mecanismos de qualquer outro grupo de combate ao uso desmedido de substâncias químicas, como reuniões e trabalhos, o projeto desenvolvido pela área de recursos humanos da Copasa busca utilizar estratégias que valorizem o indivíduo que é dependente químico. Os usuários de drogas são vistos pela sociedade como pessoas que não conseguem estabelecer seus próprios limites, portanto, fora da competição social. Em um sentido inverso, o PASA trabalha de forma a fazer com que o empregado recupere a sua auto-confiança e encontre prazer em outras situações. Desde 2005, sob essa nova orientação, o programa evita a segregação e abre espaço para todos, afinal, é somente com a união e trabalho de ajuda mútua que se consegue vencer o preconceito, e, assim, ajudar o dependente a recuperar a sua auto-estima. “Trata-se de trabalhar, mais efetivamente, sobre a prevenção, a educação e o campo social em que estamos inseridos, encorajando a todos a lutar por mudanças profundas na cultura e na história da Copasa”, afirmam os idealizadores do projeto. Objetivos O objetivo do PASA é melhorar, qualitativamente, a vida dos empregados dependentes químicos, propondo um resgate da cidadania. Não é simplesmente fazer com que o indivíduo deixe de usar tal substância, mas que ele encontre outras formas de obter prazer na vida. Partindo desse princípio, foram criadas as oficinas terapêuticas que visam despertar a criatividade do indivíduo a partir da construção de poesias, histórias e pintura, pois a arte pode funcionar como saída para o mal-estar provocado pela dependência. Além disso, ela funciona como uma nova forma do indivíduo encontrar prazer na vida, que não seja a bebida, a droga, ou o tabaco. O funcionário João Onofre Ferreira pode servir de exemplo que comprova a eficácia do projeto. Ex-alcoólatra e participante ativo das oficinas do PASA, ele escreveu um livro: As três gerações: antes, durante, depois, que relata o drama causado pelo vício e as etapas de tratamento. O programa aponta, assim, um novo caminho para o sujeito uma vez que propõe alternativas saudáveis para lidar com os problemas que ocorrem durante a vida. Com o PASA, a Copasa além de melhorar a atuação de seus funcionários, contribui com a sociedade, uma vez que tenta solucionar um problema que afeta o convívio social. |
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Projeto Música no Belas Festival Tudo é Jazz Ano 6 – Ouro Preto Show Topo Todas Tour - Marina Lima
ExposiçãoLambe-lambe (vídeo, instalação e performance) de Agnes Farkasvölgy Exposição de fotografia de João Castilho
Circo Nacional da China - Espetáculo ”Natureza“ Domingo na Praça O Alienista Brincando em cima daquilo
Festival Mundial de Circo do Brasil Mostra Distante como a Palma da Mão: a Literatura no Cinema V Mostra Minas de Cinema e Vídeo
Festival de Gastronomia em Tiradentes |
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RHMail: Informativo Mensal da ABRH-MG - Coordenação: Cristiane de Ávila Fernandes
ABRH - MG: Presidente - Glória Rodrigues V. Meireles
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