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| Informativo mensal - Abril de 2008 | ||
| Uma fonte mensal de idéias divulgadas entre os seus colegas de trabalho. | ||
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Dentes sensíveis... O que fazer? Algumas pessoas sofrem de dor de dente sem ter nenhuma patologia aparente, isto é, sem indícios de cárie, infiltrações ou traumas. Nestes casos, elas podem estar frente a uma manifestação que chamamos de hipersensibilidade dentinária. Como o próprio nome diz, essa sensibilidade tem origem na dentina. Essa camada do dente é localizada abaixo do esmalte e é permeável. A dentina, ao ficar exposta no meio bucal, frente a estímulos quentes, gelados, doces, ácidos ou ao simples toque, transmite essa sensação ao nervo, originando a dor que nem sempre se manifesta constantemente. A maior incidência ocorre na cervical do dente, porção do esmalte mais próxima à gengiva, e em pessoas com idade entre 30 e 45 anos, mesmo em pacientes com boas condições bucais. A sensibilidade pode diminuir com o aumento da idade, já que a dentina torna-se mais esclerosada, isto é, menos permeável. Existem diversas causas para essa exposição da dentina, como a má oclusão (encaixe dos dentes superiores com os inferiores), tipo de alimentação rica em ácidos (frutas cítricas, refrigerantes em excesso) e a escovação dental com técnica inadequada. A sensibilidade irá cessar se eliminarmos essa exposição da dentina ou se diminuirmos a sua permeabilidade, por meio de adequação da técnica de escovação, melhora dos hábitos alimentares, uso de enxaguatórios com flúor, uso de cremes dentais medicinais, restaurações das áreas sensíveis e até mesmo o uso do laser. No meio empresarial, há casos em que a pessoa com sensibilidade tem seu humor alterado, perde a concentração e evita até mesmo tomar um simples cafezinho ou um copo de água com seu colega ou cliente. O que era para ser um momento de descanso e prazer torna-se um sacrifício enorme, interferindo no seu bem estar e bom relacionamento com todos. Para solucionar esse problema, recorra ao seu dentista. Ele irá ajudá-lo no diagnóstico e no tratamento mais adequado para o seu caso, já que muitas vezes existem ainda fatores sistêmicos envolvidos, tornando-se um tratamento complexo e multidisciplinar. Dra. Iara Hamaoka
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Seções ABRH-MG em ação - Dois novos convidados para o XII COMRH
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